segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Bebidas & Comidinhas estão em falta?


Já comentei por aqui que os botecos não nos oferecem mais aqueles quitutes do tempo de minha juventude. Não só por aí, na nossa “Santa Terrinha” que existe tal reclamação. Aqui, na tradicional Campos, que hoje é dos Goytacazes, os pasteis de dona Odete não são mais aqueles desde que ela se foi para o andar de cima, a empadinha do Bar Capital parece ter uma nova receita, o quibe do Cantão já não é tão libanês assim, etc e tal.


Onde comer, por aí na terrinha, um pastel como aquele da minha avó Maria, que a gente encontrava no Bar do Zebinho? Onde comer aquela coxinha do Bar do Zé Careca? E aquele pernil de dona Beleza, lá no bar do Toninho Richard, será que alguém faz igual nos tempos modernos? E o chapa do Bar Pracinha? Sei não, acho que será preciso voltar no tempo ou então imaginar comendo um bife do Angeludo ou do Farid, caso contrário será difícil encontrar igual por aí.


Sabe o motivo desta baita saudade? Na última vez que estive por aí girei com os amigos Souto e Caveari pelos bares e, felizmente, encontramos um bife gostoso e no ponto ideal para acompanhar nossa cerveja da noite. Sentamos no Bunda de Fora, do amigo Sebastião, e senti que ainda existe carne decente na cidade. Boa, gostosa e no preço que um ser normal pode pagar.


Ei, não pense que estou fazendo comercial ou tentando ganhar o prato do dia como pagamento do merchan aqui no espaço. Pode ter certeza que não e, para justificar a livre iniciativa, recomendo também a Kafka do Chaquib Mansur, no Mercado Municipal, que trouxe para Campos e foi bastante elogiada pelos amigos do Armazém do Lenílson, local sagrado da turma de cervejeiros das sextas e sábados.


Segundo o Renato Caveari a turma que freqüenta o Bar do Melado sabe das coisas e bebem pensando na Kafta do Chaquib e nos pratos deliciosos feitos com linquiça, que podem ser encontrada no açougues do Norton e do Lenílson, que por sinal também fazem parte do cardápio de minha turma aqui da intrépida Campos dos Goytacazes.


Mas ainda falta algo, ainda faltam aqueles picadinhos deliciosos que a gente saciava a fome no Mocambo, do Nego, que eram complementados com o pão quentinho comprado na padaria do Leco, que herdou do seu pai, Olímpio, o jeito de fazer um pão pequeno e delicioso, que por sinal também não se acha mais na cidade. Ou sim?


Hoje, pelo menos aqui na nossa Campos, o Botequim do Seu Evaldo oferece um variado cardápio para tira-gosto e mata-fome dos biriteiros de fim de noite ou final de semana. Bolinho de carne-seca com abóbora é o mais pedido pela turma aqui de casa, o picadinho não é como aquele do Nego, que falei acima, nem a batata se parece com a do Bar Pracinha, mas dá para sentar, tomar dois ou três chopes e ficar com o “bucho” cheio e pronto para mais duas ou três rodadas.


E por falar em bucho, que é que faz um bucho a milanesa como dona Lili fazia lá no Bar do Zebinho? Quem é que faz um choriço de porco como o Lúcio servia em seu bar, na Rua da Laje? Quem faz aquelas frissuras de porco como fazia o pessoal do Bar São Jorge? 
Podem ficar com água na boca, meus amigos e leitores, eu ainda estou procurando um lugar para sentar, beber e, de vez em quando, beliscar algo saudável e de acordo com a recomendação de meu cardiologista. O que se encontra por aí são churrascos suculentos, carne fora do ponto e um punhado de bolinhos, coxinhas ou salgadinhos que não condizem com o  tradicional tira-gosto do cervejeiro que gosta de seu copo sem gordura e com a espuma sendo o principal elemento do liquido sagrado.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Onde estão minhas fotos


É, minha gente, preciso contar mais detalhes de minha curta carreira de artilheiro aqui no nosso espaço. Na última coluna, quando contei que fui responsável pela virada sobre o Porto Alegre, marcando os dois gols da vitória por 3x1, teve gente que torceu o nariz e muitos nem sequer sabiam que fui um dos artilheiros preferidos dos treinadores da cidade.


No final de semana seguinte a publicação da coluna, aqui no Dois Estados, estive na terrinha para visitar meu amigo Celestino Sales, meu dentista oficial, e na passagem pelo Tio Nilo’s, ali na Nilo Peçanha, o Fuka questionou a veracidade do comentário sobre o jogo citado. Felizmente o Zé Carlos Cabreira estava ao lado e deu o aval necessário para este escriba, que pode até inventar histórias, mas mentir, jamais.


Só escrevi na primeira pessoa porque o goleirão Rubinho Camelo, um dos maiores da cidade em todos os tempos, me cobrou: “Adilson, você deve contar suas passagens, você tem muita história legal prá contar e muitos gols para celebrar”. Viu só, meu caro Rubens Serrano, o que aconteceu? Eu contei minhas glórias e a turma, que não viu, não acredita.


Também pudera, eu não tenho nem fotos para mostrar. Já contei aqui que me roubaram minha residência e levaram todos os jornais, fotos ou documentos dos tempos em que brilhei no Esportivo, Vasco, Miracema, Tupã e outros times da região por onde passei. Lembra daquele personagem da Escolinha do Professor Raimundo, que pergunta: “Tem comprovante?” Então, estou ferrado, não posso contar meus causos aqui no espaço.


Neste mesmo dia, lá no escritório de contabilidade do Lauro e do José Carlos, conversei bastante com meu amigo João Campeão, zagueiro citado naquela danada da coluna passada, e o cara me mostrou cinco ou seis fotos do nosso Esportivo velho de guerra. Sabe quem não está em nenhuma das fotos? Isto mesmo, este que vos fala neste momento.


Vi fotos do ataque dos sonhos do Bizuca: Cacá, Júlio e Tiara, e no meu lugar estava Zé Paulo, saudoso atacante/zagueiro trombador e caneludo. Vi fotos com um ataque onde sempre pensei jogar, com Arani, Ginado e Pintinho, mas sabe quem estava lá no comando? Otavinho, já veterano e tomando o lugar deste camarada aqui, ainda em idade juvenil.


Vi outras fotos com todo mundo da minha turma, Gilson, Ariel, Batista Leite, Zé Navalha, Davi, Piaza e outros garotos bons de bola daquele tempo de ouro do futebol de Miracema. Ao lado do Nenenzinho, que jogou comigo tanto no Miracema quanto  no Esportivo, tenho várias fotos, porém, tem sempre um porém, não as encontro e quando vejo o saudoso amigo em uma foto me pergunto: Onde é que estou?


E aí, meu caro Fuka, ainda bem que você já me viu jogar lá pelas bandas do sítio do João Moreno, onde também fiz meus golzinhos, mas foto destes eventos, que é bom e eu preciso, não tenho mais nenhuma. Apelo, mais uma vez, para os amigos que as tenham para que me envie para devidas necessidade de “matar a cobra e mostrar o pau”.


Da próxima vez em que tiver de contar uma passagem ou um momento de glória, vou chamar o Alvinho Banerj para ser testemunha do causo, afinal, diziam os amigos lá do banco, que o Alvinho parece até que rascunhou a Bíblia, sabe tudo mais dez por cento do que acontece ou aconteceu nos eventos futebolísticos da cidade, ou então, trazer para a rua o amigo Rubinho Camelo para contar minhas peripécias de atacante veloz e impetuoso. Certo?

terça-feira, 25 de outubro de 2011

O perigo das lentes da TV



Na quarta-feira, quando via a abertura da jornada pelo Sportv HD, para Santos x Botafogo, assisti o desfile da câmara pela Vila Belmiro e um foco em um casal, que namorava nas arquibancadas. O moço, instantaneamente, deu um passo para trás e fugiu do foco das lentes neles direcionadas.

Dei um giro no tempo e voltei ao ano de 1986 e ao Rock In Rio, primeira edição, quando dois amigos meus, não me cobrem os nomes por favor, ambos já não estão entre nós, foram ao festival de rock escondidos, um da esposa e outro da então namorada. 

Show de James Taylor bombando e a Globo mostrou parte do espetáculo ao vivo e deu ênfase ao público, que lotava a primeira “Cidade do Rock” montada por Roberto Medina. E, para a surpresa de ambos, as lentes se voltaram para a dupla e Campos inteira viu a festa de ambos, não com namoradas, mas vivendo o melhor momento do artista norte-americano.

Não sei como é que os dois explicaram no trabalho ou em casa, mas alguns anos depois a cena se repetiu com um vizinho meu, no Maracanã e novamente as lentes das câmaras globais traíram um amigo meu.

O tricolor disse a esposa que iria a um congresso médico em São Paulo e que não voltaria no final de semana, aproveitaria para uma visita a um hospital paulista, no final de semana, para se especializar em alguma novidade médica que chegava ao Brasil.

Tudo bem. Nada que um casal amigo não pudesse fazer para o jovem médico. Porém, tem sempre um porém, a esposa resolveu assistir Palmeiras x Fluminense e me ligou como é que comprava o jogo na Globosat. Expliquei que seu marido tinha o pacote completo e era só sintonizar no canal 122 para ver o jogo na íntegra.

Dez minutos de jogo e o telefone toca:
- Adilson, você está vendo o jogo?
- Sim. Estou vendo Palmeiras x Fluminense, respondi a esposa aflita.
- Olha só aquele vigarista vestido com a camisa do Fluminense bem ali na arquibancada, é o meu marido. Filho...
- Qual o problema, menina, ele deve ter arrumado uma folga e foi ao Parque Antártica.
- Pode ser Antártica, Brahma ou Skol, eu não me importaria, mas o desgraçado está abraçado com uma piranha e eu conheço aquela p....

Olhei mais atento e realmente o amigo pisou na bola e levou de goleada. Nem sei se o Fluminense venceu o jogo, mas ele, o jovem médico, ficou sem esposa naquele domingo à tarde e por sorte naquele tempo não havia celular para um esculacho ao vivo.

Hoje, com as lentes potentes das emissoras de televisão, é preciso ter cuidado para não ser flagrado, como foi o paranaense na Copa dos Estados Unidos, em 1994. O moço era fugitivo da Polícia Federal, aqui no Brasil, e resolveu dar as caras no estádio onde o Brasil jogava contra a União Soviética e, azar do dele, acompanhado de uma loura de “fechar o comércio”. 

O devedor ficou a ver navios e foi preso logo ao sair do estádio e voltou ao Brasil sem a loura espetacular e ao invés de uma aliança para o casamento ganhou um par de algemas bem apertado.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Viajando com Ermê Sollon

No final de semana que passou, levei meu amigo Ermê Sollon ao Braseirinho e conversamos longamente sobre futebol, viagens, negócios, jornalismo e aposentadoria entre outros assuntos possíveis em uma mesa de bar. 


Meu bom amigo Motta, que também visitava a cidade, sentou-se à mesa e nos proporcionou momentos agradáveis com sua prosa inteligente e arrancou, do fundo do baú, histórias maravilhosas do nosso Ermenegildo velho de guerra. 


O garçom Jacaré de quando em vez provocava um debate quando o assunto era viagem, falando que por aqui as nossas cidades não ficam devendo nada as visitadas por Sollon no Velho Continente, sem falar nas provocações com o Flamengo do veterano jornalista, que naquele final de semana enfrentaria um São Paulo FC embalado. 


- O senhor deve conhecer Recife não, seu Ermenegildo? - Sim, garoto. Conheço Recife e, para seu governo conheço também Veneza. Não dizem que Recife é a Veneza brasileira? Então, fui lá prá conferir e gostei das duas. Cantei músicas napolitanas nos canais de Veneza e nos bares de Recife ouvi, cantei e dancei cocô, forró e baião. 

E foi só fazer a primeira comparação que o assunto ficou fixado nas viagens, Motta e este escriba, apesar de viajantes experientes, não temos dez por cento das histórias de Ermê Sollon, que com cinco Copas do Mundo, duas Olimpíadas e um punhado de viagens acompanhando seleções brasileiras, times cariocas e políticos famosos, nos deixa anos luz de seu currículo. 


Contei que conheci o Vaticano, mas que visitei a Candelária, no Rio de Janeiro; falei da minha chegada a Fátima, em Portugal, onde me emocionei até as lágrimas, mas a passagem por Aparecida, em São Paulo, ao lado do amigo Carlos Barreto, também me deixou com olhos marejados. 


As igrejas de Barcelona, com majestosas obras do mestre Gaudi, me impressionaram tanto quantos as de Minas Gerais (Ouro Preto, Mariana e Tiradentes) com obras do mestre Aleijadinho. 


Cacá Motta me lembrou que passamos pelo Louvre, na França, e imediatamente me lembrei dos museus da Quinta da Boa Vista e de Petrópolis, ambos imperiais e ricos em recordações de nosso Império, sem falar no Museu da Língua Brasileira e do Museu do Ypiranga, ambos em São Paulo.  


Meu primo Miguel Antinarelle mora em Latina, nas proximidades de Roma, e passeamos por lá e subimos as colinas para ver a Cidade Eterna do alto e conhecer uma cidade medieval, mas dizendo aos amigos que conheço também as colinas de Palma, Minas Gerais, terra natal de Miguel, que nos faz lembrar dos tempos de fartura do ouro no país. 


São viagens inesquecíveis, como sentar à beira do Tejo para um vinho acompanhado de um bacalhau à portuguesa, mas falando em vinho que tal nos lembrarmos das visitas as Serras Gaúchas onde o frio, em julho, lembra bem a gelada Suíça e os Alpes maravilhosos? Sim, ali no sul também se toma ótimo vinho e Gramado é daquelas cidades que todos um dia querem visitar ou retornar para um novo passeio. 


- Paris é festa, é eterno. Londres e seu clima instável também é aconchegante, me lembra muito as noites em Porto Alegre, diz Ermê Sollon. Sei que muitos me criticam quando faço estas comparações. 


Lá no boteco, em Niterói, segue Sollon, muitos me perguntam se conheço os Estados Unidos e para deleite dos meus companheiros eu dou minha opinião, que eles não cansam de ouvir: Não gosto dos americanos e detesto políticos, por isto não fui aos Estados Unidos, nem na Copa, e jamais quero ir a Brasília. 

E, para ilustrar e botar um ponto final na conversa, o Abraão quer fechar o estabelecimento, eu completei: Se Paris é festa e Londres é aconchegante o mesmo eu digo de Salvador, uma festa em cada dia, e de Fortaleza, uma cidade acolhedora e bela que não podemos esquecer. 


Torre de Pisa é legal, as pizzas das noites paulistanas também é turismo. Navegar pelo Rio Sena, em Paris, é delicioso, porém, olha outro porém aí, andar pelo Pantanal Mato-Grossense é muito mais emoção mais emoção. 


E na hora do fechamento o gaúcho Abraão, viajante voraz, deixou o recado: - Viajem pelo mundo, mas conheça este nosso Brasil velho de guerra, que também é gostoso, bonito e cheio de atrações.

Os clássicos de cá e de lá

Vendo agora, na telinha da ESPN, o clássico da terra dos Beatles, Everton x Liverpool, dou uma guinada no tempo e vejo o azul,do Paduano, e o vermelho, do Tupã, em campo. Sim, é saudosismo mesmo, sem dúvida. 


O que vejo, na bela imagem em HD na minha tevê, me leva de volta aos anos 60 e aos grandes jogos, verdadeiros clássicos regionais, lá no meu Noroeste Fluminense, que aliás, naquele tempo, ainda era chamado de Norte Fluminense. 


Bons duelos entre os vermelhos do Tupã, que tinha o gênio Ademir, o craque Totô, o classudo Alvinho, Bizuca, no gol e o xerife Valdir, na zaga. No azul Paduano o craque Euber, o ótimo Homero, o valente Conguinha, e o viril zagueiro Barão. 


Participei de alguns, mas os que vi, como torcedor foram os melhores, pois não saí contundido e nem esfoliado pela zaga paduana, e assim era bem melhor porque podia ir ao cinema, namorar ou tomar um sorvete no Abdo sem ter que ficar com gelo no rosto ou curativos nas canelas, conquistados quando tinha que enfrentar a violenta zaga do Paduano EC. 


Ah! Que bom seria se naquele tempo os nossos árbitros fossem mais bem preparados e tivessem mais autoridade, como este inglês, que acaba de expulsar o volante do Everton por falta violenta, que não chega nem perto daquelas que Valdir, Ataíde, Barão, Conguinha e tantos outros zagueiros lá da região faziam nos pequeninos atacantes que enfrentavam. 


Aliás, e a propósito, é bom lembrar um episódio acontecido no Estádio Plínio Bastos de Barros, o Municipal de Miracema, com este escriba e o técnico Jair Polaca, momentos antes de um jogo contra o Porto Alegre, de Itaperuna, que tinha uma zaga pesada e que, segundo Polaca, “batia até na mãe”. 


Eu estava escalado e o treinador chegou e pediu para eu ficar de fora. “Vou botar o Onofre e o Besouro no ataque e você fica na reserva, algum problema?” Como sempre fui educado e era amigo pessoal do Polaca, por quem sempre nutri um carinho muito grande, concordei e só queria ouvir as explicações dele sobre esta mudança. 
 - Vou botar os dois parrudos lá na frente para dar porrada nos zagueiros dos caras, depois, no segundo tempo, boto você e o Tiara para correrem e vamos ganhar o jogo, disse Polaca com a sinceridade que sempre lhe foi peculiar. 


E aí, como nos bons tempos de pancadaria, acostumado que estava com os jogos contra o Paduano e o Nacional, de Muriaé, vi do banco de reservas Onofre e Besouro travarem duelo interessante e violento com a zaga do Porto Alegre. 


No intervalo do jogo o João Simem, técnico do time de Itaperuna, chamou Polaca no canto e pediu que tirasse os dois atacantes que ele tiraria os dois zagueiros. Bingo! Entramos, eu e o Tiara, e com a defesa reserva do Porto Alegre com medo de dar porrada, pois seu técnico pediu calma, deitamos e rolamos e vencemos com facilidade por 3x1 e, claro, dois gols deste que vos fala neste momento. 


Por que eu me lembrei deste jogo? Nem eu mesmo sei porque. Só sei que gosto de ver na telinha da tevê os clássicos regionais pelos Campeonatos Europeus, são sempre bem disputados e quase sempre ao estilo de um Tupã x Paduano ou este que contei acima, entre Miracema FC x Porto Alegre. 


Só que hoje, meu amigo, lá no velho continente, a bola é macia, leve, gostosa de ser tocada e o gramado é um tapete, jogar futebol com aquela bola pesada, pintada de branco com tinta óleo, nos gramados pesados e esburacados de nossos estádios, era coisa para quem sabia alguma coisa e quem não sabia tentava parar a molecada na porrada, tá lembrado?

Palco e arquibancada

  Eduardo Afonso escreveu hoje, em sua coluna em O Globo, sobre um concerto precisando de conserto. E este colunista, que vos fala, acrescen...