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Postagens

O Baú do Penacho - Lençóis Maranhenses 2025

  LENÇÓIS MARANHENSES — ENTRE MICOS, DUNAS E EMOÇÕES Mais uma aventura do Baú do Penacho E o Nordeste nos proporcionou uma série de aventuras que caberiam em um livro inteiro. Mas, por aqui, vou contando as melhores. Quem sabe, um dia, reúna tudo em um livro de memórias e viagens, para que todos saibam como é divertido, perigoso e gratificante andar por aí. Não exatamente sem destino, como eu gostaria, mas sempre com um lugar escolhido a dedo, que combine comigo e com Marina. E, nesse ritmo de aventuras, chegamos ao Maranhão, em 2015, mais precisamente aos Lençóis Maranhenses. Um destino recomendado por dezenas de amigos que já haviam passado por lá e garantiam, sem medo de errar, que eu iria adorar e voltaria com muitas histórias para contar. Bingo! A começar pelo "mico" que paguei com um mico de verdade! O atrevido resolveu pousar no meu ombro depois de roubar um drops do meu companheiro de viagem, Gervásio Magno, que só não levou um susto maior porque, durante muitos anos,...
Postagens recentes

Baú do Penacho - Aventura na Baía de Todos os Santos 2022

Se a aventura contada no capítulo anterior, lá na Paraíba, deu medo e foi uma verdadeira odisseia pelo asfalto e pela ponte da hidrelétrica, imagine esta, na Baía de Todos os Santos, a bordo de um barquinho como o da foto, com sete pessoas, atravessando aquele mar aberto! Contratamos um passeio guiado, com destino às ilhas da baía, mas não imaginávamos que seríamos colocados em um barco a motor, pequeno e descoberto, conduzido por um "marinheiro" experiente, mas sem grandes recursos de segurança, além dos coletes e de uma boia. Relutamos um pouco antes de entrar na embarcação, mas o medo acabou superado pela necessidade de adrenalina. E lá fomos nós, encarar as águas da Baía de Todos os Santos e mostrar que, apesar dos setenta anos, eu e Marina ainda estávamos prontos para superar qualquer obstáculo. Até mesmo o pequeno detalhe de que ela não sabe nadar. Aliás, Marina não nada nada. E nunca nadou! Corria tudo bem. Nosso guia era tranquilo, sem brincadeiras ou exibicionismos. ...

Baú do Penacho - Paraíba... sim senhor! 2017

CABACEIRAS — UMA AVENTURA NA ROLIÚDE NORDESTINA Minhas Andanças | Adilson Dutra Sabe aquele lugar para onde te convidam, avisando que serão quase cinco horas de ônibus, saindo às seis da manhã, num bate-volta que, no mínimo, deixará o corpo dolorido? Você pensa em recusar, mas reconsidera rapidamente e aceita? Pois esse foi o desafio lançado pela guia que contratamos em João Pessoa, na Paraíba. O convite era para conhecer Cabaceiras, terra do cinema nordestino, onde foram filmadas diversas produções de sucesso, entre elas O Auto da Compadecida . Imediatamente pensei: quero conhecer a praça, a igreja e o coreto! E assim aceitamos o desafio. A viagem foi dura, mas o visual do sertão paraibano compensava cada quilômetro percorrido. Uma beleza rústica que, ao mesmo tempo, assusta, encanta e nos faz pensar na vida de quem nasceu e vive naquela região. A recompensa chegou depois de quase cinco horas de estrada, com paradas apenas para necessidades fisiológicas e algumas comprinhas pelo camin...

Momentos inesquecíveis/Bola de Ouro

  Essa Bola de Ouro de 1987 não é apenas uma lembrança. É um pedaço da história do rádio esportivo brasileiro, e mru nome está lá, entre tantos gigantes da comunicação! Agora essa recordação ganhou a moldura que merece. E nosso baú de memórias continua crescendo. Ainda temos muita história para contar e muita emoção para reviver! ❤️🏆

Reta final da Saga do Norte

  Dever cumprido No final daquilo que determinei como minha “Data Turismo”, cumprimos o roteiro indicado pelo filho, Ralph Dutra, agente de viagens, e fomos conhecer a famosa Ilha do Combu, que realmente nos ofereceu tudo aquilo que ele havia prometido. Uma travessia maravilhosa saindo do hidroporto, em Belém, confortável, em barcos novos e com barqueiros preparados. Do outro lado, um cardápio de opções de bares e restaurantes, em meio à natureza amazônica, e uma fábrica de chocolate que faz jus à fama. Dona Nena é craque! Na despedida, ainda houve tempo para uma passagem pelo Estádio Olímpico Jornalista Edgar Proença, o Mangueirão, com direito às fotos de praxe e à inclusão de mais um gigante no meu “book” dos estádios visitados pelo Brasil e pelo mundo. E, claro, não poderia faltar uma nova visita à espetacular Estação das Docas e ao Porto Futuro, nossos pontos quase obrigatórios durante os dias em Belém. O saldo de Belém Uma cidade receptiva, de povo acolhedor. Dos motoris...

Repouso dos viajantes

O destino mudou o roteiro Nossa última etapa seria a Ilha de Marajó, mas o destino não quis assim — e eu acredito piamente nele. As dores na costela e no tórax continuaram e resolvi procurar um médico. Acionei o seguro-viagem e, em cinco minutos, a Harmônica Seguros resolveu tudo. No Hospital Santa Teresinha, fui atendido maravilhosamente. Não é propaganda, é agradecimento. Quando saímos, já passava de uma da tarde e a fome apertava. Voltamos à Estação das Docas e ainda pensamos em fazer o tour pela Baía do Guajará. Pensamos... Mas o médico havia recomendado pouco esforço e pouca movimentação naquele dia, por causa da medicação forte e necessária. Prudência, então, passou a fazer parte do roteiro. E assim, a penúltima perna do nosso giro pelo Norte brasileiro terminou em repouso no hotel e com o aumento, em dois dias, de nossa permanência na bela capital paraense. Marajó ficou para outra oportunidade. Belém ganhou mais um pouco de nós. E há males que vêm para o bem. Com a mudanç...

A saideira que não aconteceu

  Hoje seria nossa despedida de Belém.  Seria. Fomos obrigados a abortar o passeio de dois dias à Ilha de Marajó, reflexo ainda da queda em que conheci, literalmente, o chão de Alter do Chão. Não me sinto seguro para me aventurar pelas águas amazônicas ou pelas terras de Marajó. Ficará para outra oportunidade. Mas Belém ainda tinha muito a nos mostrar. Hoje fomos ao Mercado Ver-o-Peso para saber o quanto pesaria, em nosso roteiro, aquele lugar tão famoso instalado às margens da Baía do Guajará. E minha impressão é de que realmente merece nota máxima, embora ainda precise de alguns retoques em seu ambiente. Foi uma manhã inteira girando por lá. Comprinhas de lembranças, observação de uma mistura interessante entre o antigo e o moderno, contato com o artesanato regional e, principalmente, a oportunidade de sentir de perto o calor humano do povo paraense. Eu e Marina vimos também a nossa primeira chuva da tarde em Belém. E foi de dentro de um táxi. Durante uns quinze minutos...