quarta-feira, 15 de abril de 2026

Dia de Fla Fla-Flu é de festa no Maraca

 

Hoje é dia de Fla x Flu no Maracanã e não tem nada melhor do que recordar os bons tempos do nosso futebol, época em que o futebol do Rio era respeitado e tinha crédito diante do torcedor brasileiro. Na década de 70, quando estes dois tradicionais rivais se encontravam, o Maracanã se transformava em um palco privilegiado para vinte e dois artistas e suas arquibancadas vestiam de vermelho e preto, de um lado, e de verde, grená e branco em outro lado.

Quantos clássicos destes eu vi e fiquei extasiado. Muitos foram os jogadores que brilharam neste confronto, Rivelino e Zico não valem, assim como a turma da saudade pode evitar a citação de Dida ou Valdo, craques indiscutíveis e que marcaram suas carreiras envergando as camisas de Flamengo e Fluminense. Alguns brilharam dos dois lados, Paulo César Lima, Doval, Samarone, Rodrigues Neto e outros menos votados, porém com a mesma importância dos citados aqui.

HISTÓRIAS DO FLA X FLU (1) - Jogo amistoso entre Flamengo e Fluminense no dia do Cronista Esportivo de 1976. Zico era o jogador mais badalado da época após o retorno da excursão da seleção brasileira à Argentina e Uruguai, onde o “Galinho de Quintino” marcou gols em todos os jogos. Do outro lado, os torcedores fluminenses esfregavam a mão diante da “Máquina Tricolor”, a maior equipe que o Fluminense formara tendo jogadores como o goleiro Renato, Rodrigues Neto, Doval (todos ex-Flamengo), Rivelino, Carlos Alberto Torres. Apesar da provocação dos torcedores tricolores, Zico desequilibrou. Marcou três gols, sendo um em cobrança magistral de falta. No dia seguinte, o Jornal dos Esportes foi categórico resumindo o que o Maracanã presenciou: Zicovardia.

HISTÓRIAS DO FLA X FLU (2) - Em 1968, valendo pelo Torneio Roberto Gomes Pedrosa, o Fla-Flu entrou para a história com um gol maluco. Aos 13 do primeiro tempo, Wilson do Fluminense, recebe lançamento de Serginho em posição de impedimento, e sem o menor constrangimento à la Maradona, ao dividir com o goleiro Marco Aurélio do Flamengo, dá um soco na bola, desviando a trajetória e ficando livre para chutá-la para as redes. Armando Marques, consulta o bandeirinha que confirma a legalidade, e só então corre para o meio do campo confirmando o gol que deu a vitória simples para o tricolor. Ainda hoje, mais de 30 anos depois, esse gol escandaloso é comentando nos corredores da Gávea.

HISTÓRIAS DO FLA X FLU (3) - A fase áurea do Fluminense aconteceu de 83 a 85, quando foi tri-campão estadual e brasileiro em 84, tinha jogadores como Paulo Vítor, Branco, Ricardo Gomes, Delei, Romerito, Assis e Washington. As decisões dos campeonatos desses anos foram disputadas em triangular em turno único. Nos três, a dupla Fla-Flu esteve presente. O mais interessante é que nos clássicos de 83 e 84, a mesma cena repetiu-se. O Fluminense venceu ambos por 1 x 0, no último minuto de jogo, com gol de Assis, fazendo no gol esquerdo das cabines de rádio. Por isso, o meia do tricolor ganhou o título de “carrasco” rubro-negro.

PRÁ ENCERRAR - Gol de barriga de Renato Gaúcho - Flamengo e Fluminense fazem o jogo decisivo do octogonal do Estadual de 1995. O Fla na comemoração dos 100 anos de fundação (do clube) precisava só do empate para sagrar-se campeão, enquanto que ao Flu, só a vitória interessava. O time tricolor de Joel Santana faz logo 2 x 0. Aí, o Flamengo inicia uma grande reação, e aos 40 do segundo tempo, o Mengo empata em 2 x 2 e se fecha na defesa. O Fluminense só tem uma alternativa: atacar de qualquer jeito. E não deu outra: num cruzamento na área de Aírton, Renato Gaúcho empurra a bola com a barriga pro fundo do gol do “todo-poderoso” e concretiza a vitória e o título do pó-de-arroz. Fluminense campeão 3 x Flamengo 2.

terça-feira, 14 de abril de 2026

O trem azul em Vila da,Serra

Sentado na calçada do condomínio, aqui em Vila da Serra, sem canudo ou canequinha, mas com o sol batendo direto na cabeça, deixo o pensamento correr solto — desses que só aparecem quando a gente não chama.

Fico imaginando 

como conseguem fazer canções. Letras, no caso. Como alguém junta meia dúzia de palavras e, de repente, desmonta a gente por dentro. Tem música que não toca — atravessa.

E aí me vejo embarcando num trem azul, desses que não param em estação nenhuma. Não tem chegada, nem despedida. Só leva a gente pra um passado recente, ainda quente, ainda vivo.

No fone, Paulo Diniz pergunta: “como vou deixar você?”. E eu fico aqui, sem resposta. Porque, meu caro, a vida às vezes só anda mesmo em linhas tortas. Como é que deixa, se ainda ama?

Logo depois, como se fosse combinado, aparece Belchior. E aí já era. Ele vem com aquele jeito de quem entende tudo sem explicar muito. Eu não sou um Rapaz Latino-Americano, é verdade — mas estou cansado. Cansado de pensar no tempo, de tentar entender o que não precisa de explicação.

Não quero mais falar de coisas sem fim. Quero coisa simples. Quero lembrar da sessão de cinema das cinco, daquela luz meio amarela da tarde, e da pressa boba de esconder a camisa suja de batom — como se isso resolvesse alguma coisa.

E fico pensando nesse garoto sonhador, sem dinheiro no banco, que um dia saiu por aí acreditando em alguma coisa — qualquer coisa. Talvez não tenha encontrado tudo, talvez tenha perdido um tanto pelo caminho. Mas chegou.

E hoje carrega a saudade no peito aberto — dessas que não se escondem — e ainda assim segue com um coração cheio de amor pra dar.

No fim das contas, talvez seja isso que as canções fazem com a gente: não explicam nada… mas fazem tudo fazer sentido.

Porque, no fundo, como já disseram por aí, viver é melhor que sonhar.




segunda-feira, 13 de abril de 2026

Eu sou Flamengo


 Da série sou Flamengo e tenho uma nega chamada Tereza, do tijucano Jorge Ben, parceiro das peladas na Tijuca, como o meu amigo Yussef Salim, o Sefinho, que me envia aqui abaixo um dos piores ataques do Flamengo, de todos os tempos.

Assim me recordo daquele que era, antes este de hoje, de Mano/Pelaipe,eu considerava o pior de todos, mas hoje vejo que este de 2013 suplantou em muito, aquele dirigido pelo folclórico e lendário Don Yustrich.

Corria o ano de 1971, minha fase carioca, morador da Rua José Higino, bem em frente a Cervejaria Brahma, vizinho de quarteirão do Yussef, cuja família é miracemense de quatro costados, e Maracanã era o portão da minha casa, saia do Hotel Regente, em Copacabana, com destino certo às quartas, quintas, sábados e domingos jogasse quem fosse no Maior do Mundo que por lá estava nas gerais ou, dependendo da grana na carteira, nas cadeiras do Mário Filho.

Eram dias duros, as nossas peladas, no Quartel de Bombeiros na esquina da Rua Antônio Basílio com José Higino, eram recheadas por conversas sobre Flamengo, Botafogo, Vasco ou Fluminense e, naquele belo ano do futebol carioca, o alvinegro montou um timaço e reinou soberano até a final do Cariocão, quando o Fluminense, com aquele gol até hoje contestado, de Lula, tirou na mão grande, segundo os botafoguenses, o título do Glorioso. 

Mas aqui a questão é se este time do Flamengo é o pior de todos os tempo ou ganha para aquele do ano passado ou aquele de 1971, como diz o Yussef Salim? O de 1971 tem um álibi bem legal para fugir da condenação, conquistou o título do Torneio do Povo e tinha em suas fileiras meu ídolo Doval, mas em compensação Murilo e Paulo Henrique, dois laterais, estavam em fim de carreira já no ocaso de suas participações no futebol profissional.

Yussef lembra um dos ataques de 1971: Ademir, Michila, Adãozinho e Caldeira, mas será que foi pior do que Vicentinho, Milton, Fio e Tião? Este time, meu caro amigo, só não era o pior de todos os tempos porque tinha Rodrigues Neto, Doval, Zanata e um veterano ídolo, Liminha, que como Murilo e Paulo Henrique, também se despedia dos gramados. 

Se hoje sofremos com Felipe, Léo Moura, Chicão, Walace e João Paulo, em 1971 era bem pior, tinha Ubirajara Alcântara, aquele que foi candidato a Negro Mais Bonito do Brasil, no Chacrinha, Murilo, Onça, Tinho e Tinteiro, sem dúvida alguma bem pior né mesmo? 

Certo dia encontrei Onça em uma loja em Copacabana, o cara era uma simpatia, mas dentro de campo um dos zagueiros que mais me irritaram até hoje, ganhou até deste Cáceres, ridículo e com dificuldade de se locomover. Ah! E tinha ainda o paraguaio Reyes, que como Rondinelli, era o "deus" da raça e por isto eu não afirmo que seja o pior time do Flamengo de todos os tempos, o de hoje ganha disparado.

Rafinha, Hernane, Moreno e Paulinho ou Zélio, Caio, Fio e Caldeira? Qual foi o pior ataque do Flamengo de todos os tempos? Diga aí Sefinho!!! 

O bolinho nao saiu

 Meu avô tem histórias interessantes do balcão e das mesas do seu Bar do Vicente, na Praça Ary Parreira, bem em frente a nossa Prefeitura, que hoje ganhou roupa nova, sem mudar a estrutura maravilhosa. 

 Aqui não é lenda nem conversa de Botequim, e verdade pura, daquela nua e crua e meus velhos camaradas, aqueles que ainda estão entre nós, saberão e darão crédito.

Sai um bolinho - Beto, meu parceiro de calçada quando engraxates, cresceu, foi para o Rio, em três meses voltou a terrinha e fez uma visita ao velho Vicente Dutra. 

- Sai um bolinho de milho aí, seu Vicente. 

Vovô abriu a porta da vitrine e disse: sai, bolinho. E foi para longe.

Beto ficou esperando e falou: -Cadê o bolinho, meu tio?

Vovô riu... esnobou Beto, e mandou de la: - sorte sua que não sou seu tio, e azar o seu que o bolinho não quis sair. 

sábado, 11 de abril de 2026

Cantando Ginzagunha

 Torcidas unidas jamais serão vencidas. Que beleza! E então, meu amigo torcedor, minha amiga torcedora: qual será a frase mais repetida neste fim de ano esportivo?  

Eu fico com “começar de novo”. Ao revisitar

a obra do saudoso Gonzaguinha, percebo que o poeta tinha suas razões. Mesmo sem falar diretamente de futebol, seus versos parecem feitos para os sofredores de 2010.  

> “A fé no que virá e a alegria de poder olhar para trás...”  

É nesse tom que a torcida do Flamengo embalará a virada do ano. Fé no amanhã, lembrança do ontem como exemplo. E, se tudo der certo, lá pelo meio do ano poderá repetir Gonzaguinha em Começaria tudo outra vez:  

> “E então eu cantaria a noite inteira como já cantei, e cantarei, as coisas que já tive, tenho, eu um dia terei.”  

Para os vascaínos, que há tempos não levantam um título, os mais apaixonados lembram: “Há o da Série B em 2009”. Se vale, então entendo por que o Fluminense só agora colocou o da Terceira Divisão em seu cardápio de conquistas. Afinal, depois de gritar “é campeão” na elite, vale recordar o sofrido título de 1999.  

> “Chega de tentar dissimular e disfarçar e esconder o que não mais dá para ocultar...”  

Assim canta Gonzaguinha em Não dá mais pra segurar. E o “Grito de Alerta” ecoa da torcida vascaína em coro para Roberto Dinamite: a hora é essa, presidente. Não dá mais para segurar as pontas. Ou assume de vez o comando, ou abre espaço para que outro conduza o bonde de São Januário.  

No Botafogo, Joel Santana não sabe se fica. Talvez pense:  

> “São tantas coisinhas miúdas, roendo, comendo, arrasando aos poucos...”  

Seria o caso Jobson, que anda tirando o Natalino do sério? Ou seriam convites para deixar o Engenhão e buscar novos rumos? O presidente alvinegro, por sua vez, parece dizer:  

> “Nosso caso é uma porta entreaberta e eu busquei a palavra mais certa...”  

Ou seja: fica conosco, Joel.  

Enquanto isso, os tricolores se esbaldam nos bares da vida, cantando:  

> “Viver e não ter a vergonha de ser feliz, cantar e cantar e cantar a beleza de ser um eterno aprendiz...”  

Dá-lhe Fluminense, tantas vezes campeão.  

O menino Cássio, personagem das histórias do Papo de Botequim, celebra feliz a vitória do seu tricolor: “É a primeira vez, e a primeira vez a gente nunca esquece”. Hoje, já homem feito, casado e sonhando com um herdeiro tricolor, canta Gonzaguinha e traduz o que vai na alma dos jovens torcedores.  

> “Guerreiros são pessoas, são fortes, são frágeis, guerreiros são meninos por dentro do peito...”  

Parece até que esse grito não vem da voz afinada de Gonzaguinha, mas das arquibancadas iluminadas do Maracanã ou do Engenhão, onde a festa do Fluminense sempre se pinta de verde, grená e branco.  

E, no Estadual, todos soltarão o “Grito de Alerta”, estarão com o peito “Sangrando” e um “Ponto de Interrogação” pairará no ar, à espera de um novo “Começaria tudo outra vez”.  




quinta-feira, 9 de abril de 2026

Saudade em onda média

 Mais uma para o baú.

Esta semana, uma notícia que todos esperavam — inclusive eu — confirmou que a evolução da tecnologia chegou ao rádio e guardou para sempre as Amplitudes Moduladas. Sim, o velho rádio AM, companheiro inseparável de tantos de nós nos estádios mundo afora.

Quem nunca foi ao futebol com um radinho de pilha na mão para acompanhar a transmissão? Levante a mão… se conseguir.

Pois é. O rádio AM, segundo o filho Ralph Dutra, evoluiu. Mas nós, que vivemos dentro daquela caixinha mágica — fosse a pilha ou na tomada —, temos lá nossas dúvidas sobre essa tal evolução. As ondas do AM iam mais longe. Levavam o som, às vezes até ruim, é verdade, mas chegavam a todos os cantos do país — e até do mundo.

O meu velho Philco captava emissoras de todo o planeta. Quantos jogos ouvi do Sport Club Internacional, acompanhando o zagueiro Célio Silva em Libertadores e amistosos pelo mundo, tudo pelo som das rádios gaúchas.

O rádio AM me fez conhecer o Brasil sem sair do lugar.

Hoje, o FM e as modernas Web Rádios muitas vezes deixam o radialista refém de estúdios e transmissões “off tube” — narrando de uma sala fechada, olhando para uma televisão que nem sempre mostra tudo que o olho treinado do locutor gostaria de ver. Se isso é evolução… eu até posso dar o braço a torcer, mas com alguma resistência.

Lembro de uma conversa com o amigo Arnaldo Garcia, um dos grandes narradores com quem trabalhei e verdadeiro baluarte do rádio AM. Ele fazia de tudo para transmitir os jogos dos times campistas nessa era de internet e celular. Mas nunca — nunca mesmo — conseguiu a mesma qualidade de som que o velho AM entregava.

Sempre havia falhas, cortes, aquele som “pipocando”. Porque celular não é microfone de transmissão esportiva. E, definitivamente, não tem a alma — nem a potência — de uma rádio AM. Se isso é evolução, talvez eu esteja mesmo ficando para trás… mas ainda não concordo com o filho Ralph.

A verdade é que o rádio AM estava prestes a “morrer”. Não pela sua qualidade — essa nunca foi o problema —, mas pela falta de cuidado. Empresários que o deixaram virar sucata, emissoras do interior que foram se deteriorando, e uma economia que não ajudava.

Houve um tempo em que o rádio tinha mais audiência que a televisão em todo o território nacional. Depois, sim, a imagem falou mais alto — mesmo não chegando aonde o rádio chegava.

Não digam que este saudosista está errado.

Digam apenas que vocês também sentem falta do velho e querido companheiro: o radinho de pilha, com aquele som pequeno, quase íntimo, colado ao ouvido.

A FM e as Web Rádios estão aí, dominando o espaço. E eu torço — de verdade — para que elas aprendam com o AM: que vão aos estádios, às ruas, aos cantos mais distantes, e que deem voz e trabalho a milhares de radialistas que ainda esperam, como sempre esperaram, por um lugar ao sol.

segunda-feira, 6 de abril de 2026

40 anos se passaram

 Guarânia, 40 anos e outras           armadilhas do tempo

Cuiabá, virada dos anos 70 para 80.

Calor, gente suando elegância e promessas de ano novo que já nasciam vencidas.

Num restaurante qualquer — desses que a gente entra sem saber que vai sair diferente — encontrei um grupo cantando guarânia.

Não pediam atenção. Tomavam a nossa.

Sentei, ouvi, gostei.

Cantei junto, meio sem jeito, como quem pede licença pra entrar numa história que não é sua.

Aplaudi muito. Não por educação — isso eu nunca tive em excesso — mas porque ali tinha verdade, e verdade não se economiza.

A vida, que gosta de pregar peças quando a gente acha que está só de passagem, resolveu armar a dela.

3 de janeiro.

Meu aniversário. 40 anos — idade em que o sujeito já começa a desconfiar das próprias certezas, mas ainda finge que manda em alguma coisa.

Meu primo Frederico, com aquele sorriso de quem apronta sem culpa, preparou a surpresa.

Festa, tudo bem. Já era esperado.

Mas ele foi além.

Trouxe o grupo.

Sim, aquele mesmo.

Não para um palco, não para uma plateia qualquer.

Para dentro de casa.

Para dentro da minha história.

E aí, meu amigo… não teve jeito.

A guarânia, que dias antes era só música bonita de fim de ano, virou outra coisa.

Virou espelho.

Virou lembrança antes mesmo de acabar.

Virou dessas coisas que a gente não sabe explicar, mas também não esquece.

Cantaram perto.

Olharam nos olhos.

E, sem saber, me deram um daqueles presentes que o tempo até tenta levar… mas não consegue.

Hoje olho a foto.

A versão antiga me encara sem piedade:

— passou.

A colorida, atrevida, tenta me enganar:

— nem tanto.

Fico com as duas.

Porque no fundo, o tempo é meio pantaneiro:

parece manso, mas quando a gente menos espera… dá o bote.

E deixa a gente ali, parado,

com um sorriso no rosto

e uma música que não vai embora.

Dia de Fla Fla-Flu é de festa no Maraca

  Hoje é dia de Fla x Flu no Maracanã e não tem nada melhor do que recordar os bons tempos do nosso futebol, época em que o futebol do Rio e...