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Ruas e gírias

Hoje recebi um vídeo, destes que postam no Tik Tok e Instagram, que estou rindo até agora da minha reação e de Marina.

 Tramamos alguns diálogos com eles, claro que as gargalhadas foram intensas e, mesmo assim, sem medo de ser feliz, me vejo na obrigação de me sentar por aqui e pedir ajuda aos universitários para tentar refazer diálogos do nosso tempo de banco de jardim ou de andar pela Rua Direita sem pensar no amanhã, tipo um papo reto sem quebradas,]

Antes de tentar reviver estas gírias chamo meu broto para dar uma chegada na Rua do Biongo, preciso comprar um Lancaster para ficar maneiro,  cheiroso a plnto fas meninas me cganar de pão.

Chegamos, o cara da loja é da minha patota e fará um preço supimpa. Como estou na pindaíba tenho que pedir pra pendurar a conta.

Nao de certo mas ele inovou uma batoque, na Capivara, que tem um careta, meio descuidado, que pode me vender um falsificado, bem borocoxô, mas sartei de banda. 

Marina,  que bao entende bulhufas dos nomes de nossas ruas quis saber as origens dos nomes das ruas da cdade.

Rua da Capivara era o caminho do lugar do mesmo nome, que hoje é Palma, Rua das Flores se você pensar que é o que sei que está pensando, enganou-se a origem é outra.

E não e que nossa primeira casa própria foi na Rua do Lixo, que é um prolongamento da reta que cem lá da Rua Direita, no centro da cidade.

Se dobrar a esquerda sai na Rua da Laje, com J mesmo, que sinta é o caminho para Laje do Muriaé. 

Terá um segundo capítulo, claro. Muitas gírias a serem captadas e ruas parassem lembradas. 




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