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O mundo de A a Z - Itália - Parte 1

    

A Itália merece dois capítulos neste panorama de viagens internacionais, afinal por lá estivemos em duas oportunidades, com chances de conhecer belos lugares, talvez os principais do país e da Cidade Eterna, a capital Roma e foi belo porque nestas duas oportunidades tivemos um guia especial, só nosso, o primo Miguel Antinarelli, que está no país há mais de trinta anos e já é um cidadão romano e italiano. 

Nossa primeira passagem por lá, em 2008, em um roteiro que tinha cinco países e durou vinte e dois dias, três destes reservados para Roma, dois para Florença e outros dois para Veneza e Vêneto, mas que foi prolongado pelo Miguel que nos levou até Latina, sua morada, e de lá, passando pela Via Appia, subimos a colina de Roma e adentramos a medieval Sermoneta de onde se avista a bela Ilha dos Borgias e as colinas que foram utilizadas como defesa de Roma durante o Império. 

Roma, sem comentários maiores, é um dos lugares mais incríveis da Europa e suas ruínas, em total conservação, tornam a Cidade Eterna em um esplêndido museu a céu aberto, o Coliseu, o Vaticano com a Capela Sistina, a Fontana Di Trevi e, enfim... todo centro histórico, passeando a pé ou nos ônibus turismo, fazem do passeio ainda mais emocionante. 

Depois desta emoção de conhecer Roma e o Vaticano rumamos para um outro destino
, desejado por dez entre dez turistas que visitam a Itália, Florença, na Toscana, justamente por onde chegamos no país da Bota, mas lá do outro lado, em Pisa, para conhecer a famosa Torre Inclinada da cidade. Mas, voltando a Florença com sua história renascentista e de cultura milenar, da Ponte Vecchia, que corta o Rio Arno, das esculturas de Michelângelo, expostas nas proximidade da Catedral de Florença, conhecida Duomo e do campanário acima de sua cobertura de telhas terracota. 

E ali, naquele ano ainda estavam em exposição na rua, vimos a esplendorosa imagem de David, de Michelângelo, e tantas outras deste artista e de outros gigantes escultores do período dos Médicis na região, como Botticelli, autor do "Nascimento de Vênus" tão famosa quanto o David, de Michelângelo. 

Fechando o ciclo italiano da nossa viagem de 2008 chegamos a Veneza, e novamente faltam palavras para descrever a nossa emoção em pisar naquele lugar maravilhoso, passear pela Piazza de San Marco e, claro, navegar pelos canais em uma gôndola, eu Marina e um casal de Pelotas, ouvindo um acordeon e um violino tipicamente italiano e as músicas que marcaram nossa juventude, namoro, casamento e até hoje, depois de 50 anos. 

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