Pular para o conteúdo principal

O mundo de A a Z - Inglaterra - Especial 2024

 Deixamos Paris e seguimos para Calais, na Normandia, de onde partiríamos para Inglaterra atravessando o Canal da Mancha em um moderno e belo ferry boat, diferente daquele que atravessamos, em 2011, quando sequer conseguimos almoçar devido ao balanço e ao desconforto.

E em solo inglês, antes de chegarmos a Londres, uma parada medieval. Que surpresa! Daquelas que te enchem a alma e te deixam feliz.

Visitamos Canterbury e, em três horas, conhecemos um dos lugares mais encantadores que passamos nestes quase quarenta e cinco  anos de viagens pelo mundo.

Saímos de Canterbury empolgados e tristes porque foram apenas algumas poucas horas no lugar, e digo, com toda certeza, os momentos que passei naquela praça linda e medieval, ouvindo um sax, bem tocado, foi um bálsamo para a alma do viajante. 

E, no cair da noite, com chuva fininha e frio, chegamos a Londres e o repouso era fundamental, afinal seriam três dias intensos, totalmente cheio de programação para nós três, teatro para Marina, museu e casa de Sherlok, para Luna e pub e Wembley para mim, este foi interrompido na metade da caminhada, muita chuva e o aviso, via celular, que vistas foram canceladas.

Mas tudo  bem, nosso primeiro dia com Luna, em Londres, sem chuva (ufa) foi reservado para um City Tour bem legal com passagens pela Saint John's Cathedral, Big Ben, Palácio de Buckingham e tendo como ponto final Trafalgar e Piccadilly Circus.

Windsor estava incluído no segundo dia na Inglaterra, passeio extra pedido por Luna e por lá ficamos toda metade da quinta-feira (17/10/24) e novamente fim de tarde no centro nervoso e histórico de Londres. 

O terceiro dia foi de uma manhã perdida, aquele dia reservado, pela manhã, para ir a Wembley, mas saímos ao parar a chuva, que não retornou, felizmente, para o programa final. Casa/Museu de Sherlock, teatro com a peça Six, um musical sobre as seis esposas de Henrique VIII e, claro que o meu programa foi ficar por três horas, em um Pub, experimentando as melhores cervejas londrinas e da Europa.

E lá fomos nós, no final da noite, quase madrugada, adentrar em um tradicional Black Taxi, de volta ao hotel, tristes por não ter mais um dia mas feliz por encerrar um programa, traçado há nove anos pela Luna, ainda uma criança, na Savassi, em Belo Horizonte. 

No dia seguinte atravessamos o Canal da Mancha de volta a Paris, no meio do caminho breve para em Amiens, para conhecer a Notre Dame de lá, fim de noite no bar do hotel e, pela manhã, a viagem de quinze horas até Belo Horizonte. 

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Momentos inesquecíveis/Bola de Ouro

  Essa Bola de Ouro de 1987 não é apenas uma lembrança. É um pedaço da história do rádio esportivo brasileiro, e mru nome está lá, entre tantos gigantes da comunicação! Agora essa recordação ganhou a moldura que merece. E nosso baú de memórias continua crescendo. Ainda temos muita história para contar e muita emoção para reviver! ❤️🏆

O CENTRO HISTÓRICO DE MIRACEMA

O que é um centro histórico de uma cidade? É tudo aquilo que um dia foi história e, certamente, onde tudo começou. Correto. Então o centro histórico de Miracema seria na Praça Dona Ermelinda e seu entorno? Certo? Não. Pelo menos no ponto de vista de algumas pessoas da cidade o Centro Histórico é tão somente a Rua Direita, que anos atrás era o pulmão do município e hoje, infelizmente, o que resta são os poucos casarões que embelezam a atual Rua Marechal Floriano. Em coluna especial, no meio deste ano, sugeri que este nome, Marechal Floriano, fosse retirado e que a Rua Direita se dividisse em quatro partes, cada uma levando o nome de um dos heróis da emancipação, ou seja, “Os Quatro Diabos”. Uns gostaram e outros me criticaram, mas é apenas uma opinião de um miracemense ausente e você pode ter a sua que não contestarei em hipótese alguma. O centro histórico não tem mais os bazares, como a casa Cacheado, os armazéns, como o do Seu Pinheiro, as sorveteiras, como a do Abdo, os bares, como ...

A saideira que não aconteceu

  Hoje seria nossa despedida de Belém.  Seria. Fomos obrigados a abortar o passeio de dois dias à Ilha de Marajó, reflexo ainda da queda em que conheci, literalmente, o chão de Alter do Chão. Não me sinto seguro para me aventurar pelas águas amazônicas ou pelas terras de Marajó. Ficará para outra oportunidade. Mas Belém ainda tinha muito a nos mostrar. Hoje fomos ao Mercado Ver-o-Peso para saber o quanto pesaria, em nosso roteiro, aquele lugar tão famoso instalado às margens da Baía do Guajará. E minha impressão é de que realmente merece nota máxima, embora ainda precise de alguns retoques em seu ambiente. Foi uma manhã inteira girando por lá. Comprinhas de lembranças, observação de uma mistura interessante entre o antigo e o moderno, contato com o artesanato regional e, principalmente, a oportunidade de sentir de perto o calor humano do povo paraense. Eu e Marina vimos também a nossa primeira chuva da tarde em Belém. E foi de dentro de um táxi. Durante uns quinze minutos...