Pular para o conteúdo principal

O melhor roteiro: Turquia

 

Esta pergunta me fazem em todas as conversas sobre viagens: Qual o lugar mais bonito que conheceu? Não há resposta pois não há lugar feio ou bonito e sim aquele que mais se enquadrou em seu gosto de turismo, como por exemplo, há que curta Las Vegas e outros, como eu, que preferem Roma, aqueles que fazem um turismo religioso e outros, como eu e Marina, preferimos ir às cidades onde há uma história contada em suas ruas, prédios e praças. 

Partindo deste princípio claro que a Turquia foi o país que mais me

impressionou. Você sabe que o país está na Europa e na Ásia ao mesmo tempo? É só atravessar um pedaço do Estreito de Bósforo para sair da Europa e entrar na Ásia, e assim o turista faz um passeio espetacular por aquelas águas cristalinas ou pela ponte que corta os dois continentes. 

E isso é história, é aprendizado e nos faz gostar de um passeio neste estilo, por lá você anda no Balão da Capadócia, conhece um lado asiático que nos oferece Éfeso, Gorëme, as maravilhas da maior cidade do país, Istambul, com suas mesquitas milenares. 

Então, voltando ao tema do primeiro parágrafo, creio que expliquei bem o meu gosto de viagens, muita história, cultura e, anote aí, as cidade medievais e milenares sempre me fizeram olhar diferente para elas e por isto fiz este texto sobre a Turquia, que me impressionou bastante não por ser o melhor ou o mais bonito país visitado, mas aquele que me deu dez dias de passeios por lugares sempre desejados e me fez conhecer a história da humanidade. 

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

O CENTRO HISTÓRICO DE MIRACEMA

O que é um centro histórico de uma cidade? É tudo aquilo que um dia foi história e, certamente, onde tudo começou. Correto. Então o centro histórico de Miracema seria na Praça Dona Ermelinda e seu entorno? Certo? Não. Pelo menos no ponto de vista de algumas pessoas da cidade o Centro Histórico é tão somente a Rua Direita, que anos atrás era o pulmão do município e hoje, infelizmente, o que resta são os poucos casarões que embelezam a atual Rua Marechal Floriano. Em coluna especial, no meio deste ano, sugeri que este nome, Marechal Floriano, fosse retirado e que a Rua Direita se dividisse em quatro partes, cada uma levando o nome de um dos heróis da emancipação, ou seja, “Os Quatro Diabos”. Uns gostaram e outros me criticaram, mas é apenas uma opinião de um miracemense ausente e você pode ter a sua que não contestarei em hipótese alguma. O centro histórico não tem mais os bazares, como a casa Cacheado, os armazéns, como o do Seu Pinheiro, as sorveteiras, como a do Abdo, os bares, como ...

AO SOM DE CARTOLA, ELIS E OUTROS

Revendo textos - Esta é de outubro de 2005    Quatro horas da tarde. Lá fora o sol forte, aqui dentro o ar refrigerado ligado no limite e na vitrola o disco de João Gilberto, em volume médio, toca para motivar este velho escriba a falar sobre música e artistas. Ligo para meu amigo Motta, que está na internet –sua nova companheira- e me recuso, no momento, a entrar na grande rede. O telefone toca. Penso em não atender. Marina chama: É prá você. É o Solon. Bingo. Era o que precisava para traduzir certas canções de Cartola. Pensava até em ligar para o Nascimento, lá em Miracema, mas Solon chegou na hora.  Fala aí, amigo velho. – Amigo velho, não. Velho amigo. Fica mais poético e mais saudável. – O que manda? – Acho que preciso de alguém para conversar, estou só e os dedos estão cansados demais para dedilhar nas teclas do computador. – Eu até gostei de sua ligação. Tava pensando em fazer umas colocações sobre a música de Cartola e só mesmo quem viveu estes momentos pode divid...

As badaladas da Ave Maria

São várias lembranças que me fazem buscar o computador e escrever, antes de que desapareça de meu pensamento, sobre o cair da noite, ou o cair da tarde na linguagem poética, principalmente de Augusto Calheiros em sua Ave Maria, datada de 1953, e que fez um punhado de senhorinhas, que sentavam à beira da calçada, suspirarem com a passagem do seu possível par romântico nos bailes da vida.  Pode ser também a angústia que me bate nestes períodos, lembrando dos dias solitários no Rio de Janeiro, quando pensava em Miracema e declamava os versos de Fernando Nascimento:  "Quando a lua desce aqui no Rio, eu sinto ânsia, sinto angústia, sinto frio. Quando a Lua nasce cor de prata eu relembro Miracema em serenata." E seria a lembrança de minha mãe, que nesta segunda-feira, 29 de julho, completaria o seu centenário, que não será comemorado em vida, mas a lembrança das velas acesas, para esperar as badaladas, que na verdade eram as seis badaladas da manhã repetidas à noite, e que também s...