quarta-feira, 30 de outubro de 2024

Três dias em Londres

 

Deixamos Paris e seguimos para Calais, na Normandia, de onde partiríamos para Inglaterra atravessando o Canal da Mancha em em moderno e belo ferry boat, diferente daquele que atravessamos, em 2011, quando sequer conseguimos almoçar devido ao balanço e o desconforto.

E em solo inglês, antes de chegarmos a Londres, uma parada medieval. Que surpresa! Daquelas que te enchem a alma e te deixa feliz.

Visitamos Canterbury e, em três horas, conhecemos um dos lugares mais encantador que passamos nestes quase quarenta e cinco  anos de viagens pelo mundo.

Saímos de Canterbury empolgados e tristes porque foram apenas algumas poucas horas no lugar, e digo, com toda certeza, os momentos que passei naquela praça linda e medieval, ouvindo um sax, bem tocado, foi um bálsamo para a alma do viajante. 

E, no cair da noite, com chuva fininha e frio, chegamos a Londres e o repouso era fundamental, afinal seriam três dias intensos, totalmente cheio de programação para nós três, teatro para Marina, museu e casa de Sherlok, para Luna e pub e Wembley para mim, este foi interrompido na metade da caminhada, muita chuva e o aviso, via celular, que vistas foram canceladas.

Mas tudo  bem, nosso primeiro dia com Luna, em Londres, sem chuva (ufa) foi reservado para um City Tour bem legal com passagens pela Saint Jones Cathedral, Big Ben, Palácio de Bukinghan e tendo como ponto final Trafalgar e Picadilly Circus.

Windsor estava incluído no segundo dia na Inglaterra, passeio extra pedido por Luna e por lá ficamos toda metade da quinta-feira (17/10/24) e novamente fim de tarde no centro nervoso e histórico de Londres. 

O terceiro dia foi de uma manhã perdida, aquele dia reservado, pela manhã, para ir a Wembley, mas saímos ao parar a chuva, que não retornou, felizmente, para o programa final. Casa/Museu de Sherlock, teatro com a peça Six, um musical sobre as seis esposas de Henrique VIII e, claro que o meu programa foi ficar por três horas, em um Pub, experimentando as melhores cervejas londrinas e da Europa.

E lá fomos nós, no final da noite, quase madrugada, adentrar em um tradicional Black Taxi, de volta ao hotel, tristes por não ter mais um dia mas feliz por encerrar um programa, traçado há nove anos pela Luna, ainda uma criança, na Savassi, em Belo Horizonte. 

Dia seguinte atravessamos o Canal da Mancha de volta a Paris, no meio do caminho breve para em Amiens, para conhecer a Notre Dame de lá, fim de noite no bar do hotel e, pela manhã, a viagem de quinze horas até Belo Horizonte. 


Três dias em Paris

 

Voltamos a Paris, onde estivemos em 2008/11/19, desta vez levando a neta, Luna, para seu primeiro giro europeu. 
Foram três dias intensos e com programação que incluía todos os pontos importantes da "Cidade Luz".

No domingo, após o check in no Ibis, um passeio rápido pela  Champs Eliseès, olhada panorâmica no Arc de Trionphe,  almoço no elegante George V, com comida não tão elegante, e volta ao hotel para recuperar do desgaste das quase doze horas de voo.

Segundo dia intenso, reservado para cumprir minha promessa a Luna, que era levá-la a Paris para ver a Torre Eifel, de pertinho, e o dia foi repleto de emoções para nós, eu, Marina e Luna. 

Mas não foi só a Torre Eifel, andamos nosso City Tour foi longo e por cada lugar que passávamos revivi as outras viagens que fizemos, novas fotos, novo grupo, novos guias e para Luna tudo era novidade, e, diga-se de passagem, novas gafes, mas este ano sem "mico. 

Andamos sem trégua até para uma água ou café, revimos Montmartre, de quebra a Catedral Do Coração de Maria, a Sacrè Coeur de Paris, e depois de muito ver pela capital francesa chegamos ao Louvre, onde deixamos de seguir os guias e fizemos nosso roteiro especial. 

Caminhar e fotografar a Catedral e o bairro boêmio de Paris não é repetitivo, cada clique e cada lugar visitado fica novo quando por lá chegamos, infelizmente a Catedral estava fechada, não explicaram o motivo, e não adentramos para que a neta visse a beleza que é o interior da Sacreè Couer de Paris. 

Versalhes foi um capítulo a parte, nunca é demais uma visita a este lugar incrível. Chegamos por volta das dez da manhã e já não havia ingressos disponíveis para visita ao Castelo, em seu interior, passeamos pelos belíssimos jardins , conversamos e fotografamos cada pedaço daquele majestoso lugar.

Vamos embora pois ainda temos que ver o Rio Sena, passar pelo Mausoléu de Napoleão e, claro, ver de perto a Catedral de Notre Dame e conferir as obras de recuperação pós incêndio.

Andar por Paris já está virando rotina, e nem de guia precisamos este ano, como também não foi preciso em 2019, e nossas visitas, como a da Louvre, para ver de perto a Monalisa, foram poupados nossos euros, Luna, com seu inglês fluente, nos fez andar por todas as salas sem guias o intérpretes. 

Chegamos na Île de La Cité, isto mesmo, a famosa catedral está nesta região de Paris. E a catedral está ficando linda, mais bela que aquela que vimos,  dez dias antes do incêndio, em 2019, em nossa última passagem pela França. 

Incrível, o turista francês e o internacional, mesmo sabendo que é impossível adentrar ao recinto, ficam no entorno admirando o trabalho que é feito e tem até contagem regressiva sendo mostrada no lugar. 

E assim giramos por três dias em Paris, corrido demais!, porém cumprimos todo roteiro traçado. 

40 anos se passaram

  Guarânia, 40 anos e outras           armadilhas do tempo Cuiabá, virada dos anos 70 para 80. Calor, gente suando elegância e promessas de ...