Pular para o conteúdo principal

Três dias em Paris

 

Voltamos a Paris, onde estivemos em 2008/11/19, desta vez levando a neta, Luna, para seu primeiro giro europeu. 
Foram três dias intensos e com programação que incluía todos os pontos importantes da "Cidade Luz".

No domingo, após o check in no Ibis, um passeio rápido pela  Champs Eliseès, olhada panorâmica no Arc de Trionphe,  almoço no elegante George V, com comida não tão elegante, e volta ao hotel para recuperar do desgaste das quase doze horas de voo.

Segundo dia intenso, reservado para cumprir minha promessa a Luna, que era levá-la a Paris para ver a Torre Eifel, de pertinho, e o dia foi repleto de emoções para nós, eu, Marina e Luna. 

Mas não foi só a Torre Eifel, andamos nosso City Tour foi longo e por cada lugar que passávamos revivi as outras viagens que fizemos, novas fotos, novo grupo, novos guias e para Luna tudo era novidade, e, diga-se de passagem, novas gafes, mas este ano sem "mico. 

Andamos sem trégua até para uma água ou café, revimos Montmartre, de quebra a Catedral Do Coração de Maria, a Sacrè Coeur de Paris, e depois de muito ver pela capital francesa chegamos ao Louvre, onde deixamos de seguir os guias e fizemos nosso roteiro especial. 

Caminhar e fotografar a Catedral e o bairro boêmio de Paris não é repetitivo, cada clique e cada lugar visitado fica novo quando por lá chegamos, infelizmente a Catedral estava fechada, não explicaram o motivo, e não adentramos para que a neta visse a beleza que é o interior da Sacreè Couer de Paris. 

Versalhes foi um capítulo a parte, nunca é demais uma visita a este lugar incrível. Chegamos por volta das dez da manhã e já não havia ingressos disponíveis para visita ao Castelo, em seu interior, passeamos pelos belíssimos jardins , conversamos e fotografamos cada pedaço daquele majestoso lugar.

Vamos embora pois ainda temos que ver o Rio Sena, passar pelo Mausoléu de Napoleão e, claro, ver de perto a Catedral de Notre Dame e conferir as obras de recuperação pós incêndio.

Andar por Paris já está virando rotina, e nem de guia precisamos este ano, como também não foi preciso em 2019, e nossas visitas, como a da Louvre, para ver de perto a Monalisa, foram poupados nossos euros, Luna, com seu inglês fluente, nos fez andar por todas as salas sem guias o intérpretes. 

Chegamos na Île de La Cité, isto mesmo, a famosa catedral está nesta região de Paris. E a catedral está ficando linda, mais bela que aquela que vimos,  dez dias antes do incêndio, em 2019, em nossa última passagem pela França. 

Incrível, o turista francês e o internacional, mesmo sabendo que é impossível adentrar ao recinto, ficam no entorno admirando o trabalho que é feito e tem até contagem regressiva sendo mostrada no lugar. 

E assim giramos por três dias em Paris, corrido demais!, porém cumprimos todo roteiro traçado. 

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

O CENTRO HISTÓRICO DE MIRACEMA

O que é um centro histórico de uma cidade? É tudo aquilo que um dia foi história e, certamente, onde tudo começou. Correto. Então o centro histórico de Miracema seria na Praça Dona Ermelinda e seu entorno? Certo? Não. Pelo menos no ponto de vista de algumas pessoas da cidade o Centro Histórico é tão somente a Rua Direita, que anos atrás era o pulmão do município e hoje, infelizmente, o que resta são os poucos casarões que embelezam a atual Rua Marechal Floriano. Em coluna especial, no meio deste ano, sugeri que este nome, Marechal Floriano, fosse retirado e que a Rua Direita se dividisse em quatro partes, cada uma levando o nome de um dos heróis da emancipação, ou seja, “Os Quatro Diabos”. Uns gostaram e outros me criticaram, mas é apenas uma opinião de um miracemense ausente e você pode ter a sua que não contestarei em hipótese alguma. O centro histórico não tem mais os bazares, como a casa Cacheado, os armazéns, como o do Seu Pinheiro, as sorveteiras, como a do Abdo, os bares, como ...

AO SOM DE CARTOLA, ELIS E OUTROS

Revendo textos - Esta é de outubro de 2005    Quatro horas da tarde. Lá fora o sol forte, aqui dentro o ar refrigerado ligado no limite e na vitrola o disco de João Gilberto, em volume médio, toca para motivar este velho escriba a falar sobre música e artistas. Ligo para meu amigo Motta, que está na internet –sua nova companheira- e me recuso, no momento, a entrar na grande rede. O telefone toca. Penso em não atender. Marina chama: É prá você. É o Solon. Bingo. Era o que precisava para traduzir certas canções de Cartola. Pensava até em ligar para o Nascimento, lá em Miracema, mas Solon chegou na hora.  Fala aí, amigo velho. – Amigo velho, não. Velho amigo. Fica mais poético e mais saudável. – O que manda? – Acho que preciso de alguém para conversar, estou só e os dedos estão cansados demais para dedilhar nas teclas do computador. – Eu até gostei de sua ligação. Tava pensando em fazer umas colocações sobre a música de Cartola e só mesmo quem viveu estes momentos pode divid...

As badaladas da Ave Maria

São várias lembranças que me fazem buscar o computador e escrever, antes de que desapareça de meu pensamento, sobre o cair da noite, ou o cair da tarde na linguagem poética, principalmente de Augusto Calheiros em sua Ave Maria, datada de 1953, e que fez um punhado de senhorinhas, que sentavam à beira da calçada, suspirarem com a passagem do seu possível par romântico nos bailes da vida.  Pode ser também a angústia que me bate nestes períodos, lembrando dos dias solitários no Rio de Janeiro, quando pensava em Miracema e declamava os versos de Fernando Nascimento:  "Quando a lua desce aqui no Rio, eu sinto ânsia, sinto angústia, sinto frio. Quando a Lua nasce cor de prata eu relembro Miracema em serenata." E seria a lembrança de minha mãe, que nesta segunda-feira, 29 de julho, completaria o seu centenário, que não será comemorado em vida, mas a lembrança das velas acesas, para esperar as badaladas, que na verdade eram as seis badaladas da manhã repetidas à noite, e que também s...