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Três dias em Londres

 

Deixamos Paris e seguimos para Calais, na Normandia, de onde partiríamos para Inglaterra atravessando o Canal da Mancha em em moderno e belo ferry boat, diferente daquele que atravessamos, em 2011, quando sequer conseguimos almoçar devido ao balanço e o desconforto.

E em solo inglês, antes de chegarmos a Londres, uma parada medieval. Que surpresa! Daquelas que te enchem a alma e te deixa feliz.

Visitamos Canterbury e, em três horas, conhecemos um dos lugares mais encantador que passamos nestes quase quarenta e cinco  anos de viagens pelo mundo.

Saímos de Canterbury empolgados e tristes porque foram apenas algumas poucas horas no lugar, e digo, com toda certeza, os momentos que passei naquela praça linda e medieval, ouvindo um sax, bem tocado, foi um bálsamo para a alma do viajante. 

E, no cair da noite, com chuva fininha e frio, chegamos a Londres e o repouso era fundamental, afinal seriam três dias intensos, totalmente cheio de programação para nós três, teatro para Marina, museu e casa de Sherlok, para Luna e pub e Wembley para mim, este foi interrompido na metade da caminhada, muita chuva e o aviso, via celular, que vistas foram canceladas.

Mas tudo  bem, nosso primeiro dia com Luna, em Londres, sem chuva (ufa) foi reservado para um City Tour bem legal com passagens pela Saint Jones Cathedral, Big Ben, Palácio de Bukinghan e tendo como ponto final Trafalgar e Picadilly Circus.

Windsor estava incluído no segundo dia na Inglaterra, passeio extra pedido por Luna e por lá ficamos toda metade da quinta-feira (17/10/24) e novamente fim de tarde no centro nervoso e histórico de Londres. 

O terceiro dia foi de uma manhã perdida, aquele dia reservado, pela manhã, para ir a Wembley, mas saímos ao parar a chuva, que não retornou, felizmente, para o programa final. Casa/Museu de Sherlock, teatro com a peça Six, um musical sobre as seis esposas de Henrique VIII e, claro que o meu programa foi ficar por três horas, em um Pub, experimentando as melhores cervejas londrinas e da Europa.

E lá fomos nós, no final da noite, quase madrugada, adentrar em um tradicional Black Taxi, de volta ao hotel, tristes por não ter mais um dia mas feliz por encerrar um programa, traçado há nove anos pela Luna, ainda uma criança, na Savassi, em Belo Horizonte. 

Dia seguinte atravessamos o Canal da Mancha de volta a Paris, no meio do caminho breve para em Amiens, para conhecer a Notre Dame de lá, fim de noite no bar do hotel e, pela manhã, a viagem de quinze horas até Belo Horizonte. 


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