Pular para o conteúdo principal

Pompéia - E o Vesúvio levou


Um dos lugares, dizem os historiadores, mais bonitos e promissores da Itália, no tempo do Império Romano, Pompéia se transformou em uma imensa ruína após ser devassada pelas lavas do Vesúvio, seu perigoso vizinho que até hoje assusta embora estava inativo a dezenas de anos. 

Hoje Pompéia é um grande sítio arqueológico, situado na Campânia, região ao sul da Itália, foi, como disse acima, uma sofistiticada cidade romana e soterrada pelas cinzas e pedras do Monte Vesúvio em uma catástrofe em 79 D.C, bem próximo a Costa do Golfo de Nápoles. 

Hoje o local está bem preservado, os arqueólogos ainda trabalham escavando as ruínas e, um detalhe interessante, estas escavações podem ser feitas até pelos visitantes diários da cidade, que não está abandonada e recebe milhões de turistas anualmente. 

Há muito que ver em Pompéia, ou Pompei, nome na língua local, e em um dia você visita o Fórum, que era o centro da vida política e social da cidade, o Templo de Apolo, dedicado ao Deus Sol, fica nas proximidades do Fórum, e um dos pontos mais frequentados e que chama bastante a atenção do turista é Lupanar, onde alguns afrescos e quartos, com detalhes eróticos, ainda estão conservados, ali era o prostíbulo, bem famoso, de Pompeia. 




Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Momentos inesquecíveis/Bola de Ouro

  Essa Bola de Ouro de 1987 não é apenas uma lembrança. É um pedaço da história do rádio esportivo brasileiro, e mru nome está lá, entre tantos gigantes da comunicação! Agora essa recordação ganhou a moldura que merece. E nosso baú de memórias continua crescendo. Ainda temos muita história para contar e muita emoção para reviver! ❤️🏆

O CENTRO HISTÓRICO DE MIRACEMA

O que é um centro histórico de uma cidade? É tudo aquilo que um dia foi história e, certamente, onde tudo começou. Correto. Então o centro histórico de Miracema seria na Praça Dona Ermelinda e seu entorno? Certo? Não. Pelo menos no ponto de vista de algumas pessoas da cidade o Centro Histórico é tão somente a Rua Direita, que anos atrás era o pulmão do município e hoje, infelizmente, o que resta são os poucos casarões que embelezam a atual Rua Marechal Floriano. Em coluna especial, no meio deste ano, sugeri que este nome, Marechal Floriano, fosse retirado e que a Rua Direita se dividisse em quatro partes, cada uma levando o nome de um dos heróis da emancipação, ou seja, “Os Quatro Diabos”. Uns gostaram e outros me criticaram, mas é apenas uma opinião de um miracemense ausente e você pode ter a sua que não contestarei em hipótese alguma. O centro histórico não tem mais os bazares, como a casa Cacheado, os armazéns, como o do Seu Pinheiro, as sorveteiras, como a do Abdo, os bares, como ...

A saideira que não aconteceu

  Hoje seria nossa despedida de Belém.  Seria. Fomos obrigados a abortar o passeio de dois dias à Ilha de Marajó, reflexo ainda da queda em que conheci, literalmente, o chão de Alter do Chão. Não me sinto seguro para me aventurar pelas águas amazônicas ou pelas terras de Marajó. Ficará para outra oportunidade. Mas Belém ainda tinha muito a nos mostrar. Hoje fomos ao Mercado Ver-o-Peso para saber o quanto pesaria, em nosso roteiro, aquele lugar tão famoso instalado às margens da Baía do Guajará. E minha impressão é de que realmente merece nota máxima, embora ainda precise de alguns retoques em seu ambiente. Foi uma manhã inteira girando por lá. Comprinhas de lembranças, observação de uma mistura interessante entre o antigo e o moderno, contato com o artesanato regional e, principalmente, a oportunidade de sentir de perto o calor humano do povo paraense. Eu e Marina vimos também a nossa primeira chuva da tarde em Belém. E foi de dentro de um táxi. Durante uns quinze minutos...