quarta-feira, 30 de maio de 2018

Papo de Copa - Palpitando sem compromisso

Copa do Mundo chegando e hoje vou fazer valer o título da nossa coluna, Papo de Bola, e falar um pouco do que penso sobre a Copa da Rússia, que começa dentro de alguns dias, 14 de junho, e tem a estreia da seleção brasileira marcada para três dias depois, contra a Suíça, adversário direto do time de Tite no quesito primeiro lugar do Grupo 5.

Antes de falar da Copa, no sentido geral, uma análise do grupo brasileiro na Rússia, que, diga-se de passagem, tem apenas a Suíça como adversário de peso e qualquer resultado contra Sérvia e Costa Rica, que não seja vitória, será considerado ruim e pode complicar a classificação e a motivação para os próximos jogos caso se classifique para as oitavas de finais. 

Não tenho um favorito destacado, além do Brasil e da Alemanha, favoritos sempre, temos o ótimo time da França, o forte time da Argentina, também sempre candidata principalmente por ter Messi, o melhor do mundo, a Espanha, que renovou o time e é um dos mais fortes da Europa no momento, pode ser uma terceira opção minha para o trio de grandes favoritos. 

Em uma competição curta, três jogos definirão classificação para segunda fase, com várias seleções fracas e algumas boas sem reconhecimento internacional, caso da Islândia e do Egito, se tiver Salah, qualquer opinião fica na base da especulação, o que dizer do time de Portugal, com Cristiano Ronaldo e seus gajos? Podemos descartar-los? Jamais, há de respeitar o artilheiro e a qualidade do CR7 que já carregou este time Luso nas costas em outras oportunidades. 

Você me perguntaria se Portugal entra neste pequeno grupo de favoritos e eu direi que não, um título português não pode ser descartado mas eu considero muito improvável e repito, pela ordem, que Alemanha, Espanha e Brasil são meus favoritos e que Argentina e França formam, com estes três, o grupo de elite da Copa do Mundo 2018 a ser jogada em território russo a partir de 14 de junho. 

Alguns cronistas e muitos amigos com quem converso diariamente, gostam de ouvir ou ler sobre os favoritos nos grupos e, seguindo este princípio, não vou fugir das indicações e posso até ser diferente, mostrar a possível "zebra" de casa um dos oito grupos da Copa, vamos ver?

Grupo 1 - Uruguai e Rússia, com Egito podendo tirar um dos dois caso Salah esteja em forma. Arabia Saudita é o saco de pancadas. 
Grupo 2 - Espanha e Portugal e estamos conversados. Marrocos e Irã jogam para tentar tirar pontos da dupla de favoritos. 
Grupo 3 - França e Dinamarca - Se Guerrero fosse liberado o Peru até que poderia assustar mas sem ele fica complicado, a Austrália é a de sempre, tentará um empate com o Peru. 
Grupo 4 - Aqui o bicho pega porque é o mais complicado, chamarei de "grupo de morte" e creio que a Argentina passe em primeiro lugar e a Islândia, uma das surpresas boas, vai brigar pela segunda vaga com a Croácia, e a Nigéria será a fiel da balança. Fiquem de olho.
Grupo 5 - Brasil e Suíça passam sem dificuldades por Costa Rica e Sérvia e qualquer outro resultado é zebra grandiosa. 
Grupo 6 - Alemanha nadando de braçadas e com vários corpos de frente deixando a segunda vaga para Suécia e México e com a Coreia do Norte sendo o pêndulo do grupo. 
Grupo 7 - Outro grupo com definição lógica, Inglaterra e Bélgica seguem e Panamá e Tunísia fazem figuração. 
Grupo 8 - Se temos o Grupo da Morte, no 4 este grupo 8 pode ser chamado de o "grupo da baba", com Colômbia, minha favorita ao primeiro lugar, e Polônia, segunda vaga, brigando com Japão e Senegal para saberem quem são os dois menos piores da chave. 

Estamos conversados, volto a falar de Copa do Mundo na próxima semana. Podem discordar comigo, eu não ligo, tá legal?

segunda-feira, 21 de maio de 2018

O jardim, o pé de jambo, o coreto, os pássaros e o Rink


Já escrevi por aqui, e em alguns lugares, que o Jardim de Miracema e seus bancos sempre foram meus refúgios favoritos, sempre afastado da principal passagem, me sento por ali e começo a recordar grandes momentos vividos naquela praça e naquele entorno maravilhoso e mágico. 

Sentar ali, já dizia meu velho guru, Ermenegildo Solon, é um santo remédio principalmente para quem viveu intensamente o lugar e os arredores. Olhava para o Jardim de Infância Clarinda Damasceno e revia as professoras maravilhosas, não as chamávamos de "tias"  apenas de professora ou dona, sem citar nomes para não esquecer de algumas, você, que viveu este momento, faça uma reflexão e lembre de sua professora ou de algumas delas. 

Por ali, nos bancos do jardim, olho o Rink e me vejo correndo atrás de uma bola seja ela de futebol de salão, vôlei ou basquete, aquele palco era sagrado para minha geração, já contei várias histórias sobre os craques que brilharam na quadra mais famosa da cidade, e que  hoje, não só para mim e meus companheiros, é pura saudade e, pelo menos quando estou por lá, completamente solitária e isolada dos garotos da geração smartphone. 

Outro pedaço que já ganhou crônica especial foi o pé de jambo, frondosa e majestosa árvore, parece ser a rainha do jardim. Os pássaros do viveiro, criado e inaugurado na gestão do Prefeito José de Carvalho, parecem ser seus guardiões, as folhas caídas pelo chão se transformam em  tapetes da bela Majestade. 

No coreto é que bate uma saudade maior, foi ali, levado pelo professor Geraldo Brandão, o Mocinho, que descobri que falar ao microfone não era difícil e, segundo o Jorge Ripada, eu levava jeito, tinha uma boa dicção e poderia fazer os programas nas manhãs de domingo no serviço de auto falante do Jardim de Miracema. Foi só falar que rolaram duas lágrimas, não de saudade, mas de alegria por estar onde estou graças a estes momentos de aprendizado. 

Os bancos do Jardim de Miracema nos contam a história da cidade, o progresso estava ali, marcado nas publicidades dos bancos, e, quando começaram a trocar aqueles que se quebraram devido ao longo tempo e a falta de manutenção, foram trocados por outros, sem propaganda do doador, sentíamos que a cidade estava decadente e o comércio mais fraco. 

Eu tinha um banco preferido, o da Camisaria Gérson, era ali que gostava de sentar com os amigos para uma prosa e uma roda de violão, sempre com o Luiz Carlos Vieira de Matos, e com os amigos em volta tentando cantar uma música de Geraldo Vandré ou de Gilberto Gil, e aí repito aquela canção do Roberto Carlos "velhos tempos, belos dias...", ou então aquela frase do poeta e escritor, Gonçalves Dias, "... minha terra tem palmeiras, onde canta o sabiá..."

Nosso Jardim de Miracema é um cartão postal e para quem viu, como eu, a inauguração da Fonte Luminosa, no governo do Prefeito Altivo Linhares, não perdoa o abandono do monumento maior de nosso jardim, que ao lado do Parque Infantil, recentemente reformado, é nosso maior patrimônio da Praça Dona Ermelinda, só perde para o majestoso Pé de Jambo. Ou não? 

segunda-feira, 14 de maio de 2018

Copa do Mundo de 1958 a 1970 o tri e a Jules Rimet em definitivo

A Copa do Mundo está se aproximando e durante todas as copas que vi, ouvi ou li, claro, no rádio e no jornal, que normalmente chegava no dia seguinte, e o velho rádio a válvula era nossa fonte de notícias e a televisão, ainda engatinhando com seus programas esportivos, nos anos 1960, entrava de forma muito tímida como fonte de informação. 

Ainda muito criança, oito anos, na Copa da Suécia, em 1958, pouco lembro, mas fatos marcantes, como os jogos finais contra França e Suécia, ainda batem na minha mente e vejo o bar do meu avô, em frente a Prefeitura, lotado e com a turma do Fórum e dos cartórios aproveitando a folga do café para ouvir trechos das transmissões via rádio dos jogos decisivos. 

A do Chile, em 1962, já crescidinho, pude ouvir com amigos na calçada lá de casa, através do possante rádio do Vovô Vicente, e, se a memória não me falha, já dava para ver os gols dos jogos dos dias anteriores nos programas esportivos da TV Tupi, não com uma qualidade de imagem que temos hoje, mas dava para ver as jogadas de Garrincha, Didi e Amarildo e ver meu Tio Átila, que nos visitava neste período, vibrar com o trio de craques do seu Botafogo. 

O vexame de 1966, na Copa da Inglaterra, já acompanhei com mais atenção, adolescente metido a sabido e com a veia jornalística aflorando, os jornais chegando no dia na Banca do Seu Neném Amaral, era possível saber que Vicente Feola, o treinador da CBD, nome da entidade nacional naquela época, convocara 44 jogadores e que o caos estava instalado na delegação que treinava nas cidades mineiras de Lambari, Caxambu e São Lourenço, terra das águas minerais. 

Ouvi, com som mais puro, os jogos contra Bulgária, Hungria e Portugal e acompanhei par e passo as derrotas, a contusão de Pelé e a eliminação ainda na primeira fase da nossa seleção canarinho. 

Eita!! Copa do México, 1970, e aí tive a chance de ver na televisão, na sala lá de casa, junto com amigos da rua, e pudemos comemorar de forma diferente o título que veio com aquela seleção, que acredito ter sido a melhor de todos os tempos. Me lembro do desfile pelas ruas, após a vitória sobre a Itália na final, no Jeep do seu Osmar Resende, pilotado pelo hoje médico, Armando, e seu irmão David, e a decoração do veículo veio das meninas da Rua Santo Antônio. Uma festa, sem dúvida alguma, inesquecível para todos nós. 

A Copa de 1970 foi a primeira transmitida para nós, no Brasil, ao vivo e a cores e o que vem na minha lembrança é a narração do espetacular Geraldo José de Almeida, no pool de televisão brasileiro, e da dupla Jorge Cury/Valdir Amaral, na Rádio Globo, narrando um tempo cada um para todo território nacional em som alto e puro. Era nosso maior momento jornalístico em uma Copa do Mundo e que foi premiado com o terceiro título mundial. 

Este ano também aconteceu algo diferente para mim, os jogos contra o Peru, nas oitavas de final, e contra o Uruguai, na semifinal, assisti em Miraí, aqui na Zona da Mata Mineira, ao lado de companheiros do Futebol de Salão, formado para disputar um torneio de uma semana naquela cidade de Minas Gerais, foi bacana torcer pelo Brasil em um hotel, em uma cidade nunca antes visitada, e ao lado de outros atletas que por lá estavam com o mesmo objetivo

segunda-feira, 7 de maio de 2018

Nos tempos do Rink e da bola pesada

As vezes me perguntam sobre os campeonatos de futebol de salão, realizados no Rink, nos anos 60/70 e a primeira coisa que me vem a cabeça era o grande público que rodeava a quadra e os muros da quadra do Jardim de Miracema. Sim, eu, ainda jovem, me divertia nas imediações e dizia que um dia jogaria por ali e faria sucesso como Zé Bolão, o melhor goleiro do futebol de salão da terrinha, Miguel, o terrível chute certeiro, Otavinho, o mais forte chute mas sem a pontaria do Miguel, e Paulinho Leitão, o craque e um dos mais perfeitos domínios de bola da quadra do Rink. 

Sentava na mureta para ver o Palmeiras jogar nas noites do meio de semana, principalmente nas férias, quando se realizavam os campeonatos, por favor não me cobrem quem eram os organizadores, não me lembro de nada sobre este assunto, mas do time do Palmeiras eu me lembro bem, tinha o Zé Bolão, no gol, Scilio Filho, beque parado, Faustino Barbi e Paulinho nas alas e Valzenir na frente se revezando com outros, como o Tonzoca e o Careca. 

Time bom também veio depois, já contei por aqui, que de tão bom não tinha lugar para mim na linha, eles preferiam me ver no gol já que não havia goleiro disponível naquele tempo e muitos evitavam a posição pelo peso da bola e a força do chute dos atacantes daquele tempo, Lucho do Jeová, por exemplo, era um bom goleiro mas "morria" de medo dos chutes potentes do Miguel, tinha até o seu bordao: "Marque o Miguel, não deixa o Miguel Chutar", e por isto me tornei goleiro do melhor time do final dos anos 60, o Gemini V, com David Resende, Júlio Barros, Thiara Botelho e Gilson Coimbra, eu no gol, como já disse,  e se reserva para me dar pelo menos uma chance de fazer uns golzinhos lá na linha. 

Mais tarde, já com a Rádio Princesinha no ar e com nossa equipe de esportes precisando fazer transmissões esportivas,  e com o Rink modificado, já era um ginásio de esportes que não deveria ser removido, organizamos dois campeonatos de empresas que foi sucesso de público e a qualidade era de bom nível, os melhores jogadores estiveram por ali, desfilando arte e garra, recuperando um outro campeonato, do Clube XV, que também fez sucesso e o time da Volksvagem, do Cacá do Suíço, levantou a taça mas, para isto  "contratou" uma garotada boa de bola e venceu os velhotes da Maçonaria da final. 

Tive também a sorte de jogar em um dos melhores times de futebol de salão da cidade, o do Banerj, com Genésio  Nunes, no gol, Jorge e  Alvinho, na defesa, Jorginho e  Sidney no ataque e este que vos fala no fazendo revesamento com João Moreno e Marcinho, Venilton Moreira e  Marco Aurélio, era um bom time e deixou saudades na turma. 

Hoje, não posso falar com certeza, o futebol de salão, agora chamado de futsal, não tem o brilho que tinha aí por Miracema, não vejo as peladas no Rink, não vejo campeonatos sendo disputados e não vejo a garotada dos ginásios buscando torneios entre eles, no meu tempo o Miracemense e o Nossa Senhora das Graças vivam se enfrentando nas quadras e em torneio internos, cheguei a ganhar um destes no primeiro ano ginasial e jogar uma final quando cursava o terceiro ano, tempo de muito esporte e de muita agitação na cidade através dos Grêmios Estudantis Alberto de Oliveira e Rui Barbosa, os famosos GEAO E GLERB.

E tem gente que acha que hoje é que está bom e que o passado ficou para trás e não dá para viver dele, mas cá pra nós, não dá nem mesmo para voltar no tempo porque quem fez tudo isto já não pode sequer tentar organizar, tipo Maninho, Gerson Coimbra, Jair Polaca, Clarindo Chiapini e tantos outros desportistas abnegados e fanáticos pelo futebol. Fiquem com o presente e procurem um historiador para contar dentro de vinte anos. Será que conseguirão contar tantas aventuras relembradas neste espaço durante trinta anos? Desafio lançado. 

terça-feira, 1 de maio de 2018

Sobre festa, saudade e decisão inteligente

Mais um dia de intensa emoção na minha Miracema. Mais um dia de lágrimas de saudade e felicidade, claro que algumas vieram de saudade de amigos e familiares que já não estão conosco e, certamente, estariam na Rua Direita vestindo a camisa amarela do grupo, que agora ganhou um parceiro legal, a turma da camisa preta, que veio de Niterói e são tão amantes da terrinha como todos nós, os da camisa amarela. 

Naquele grupo "Jardim dos Miracemenses" veio um cara que me arrancou um grande sorriso e um punhado de lágrimas, um dos mais geniais amigos 
miracemenses, um craque no basquete, na música, no tênis de mesa ninguém era páreo para ele, e as vezes, já escrevi sobre isto, no futebol até nos surpreendia, mas sua grande virtude é a simplicidade e sua alegria de viver, quem conheceu o Guti Lontra sabe disto e aqui, neste parágrafo especial, uma reverência toda especial para este amigo que agora já não faz parte do rol das grandes saudades. 

Saudade de verdade, doída e que deixa o coração dolorido, é do grande homenageado do domingo de desfile e alegria, meu amigo, irmão como ele gostava de me chamar, Renato Mercante, que nos deixou recentemente e ainda está e ficará para sempre na lembrança de todos nós, da camisa amarela ou da camisa preta onde, tenho certeza, deixou milhares de amigos e centenas de irmãos como eu. Mais uma reverência e esta com muita saudade e muita dor no coração. 

O outro homenageado do dia não está na saudade e sim muito perto de todos nós, Dr Ney, que cá para nós nem é preciso falar sobrenome já que seus quase quinze mil partos na cidade e região credencia seu nome, simples e pequeno como ele, como um gigante da medicina e um gigante no coração de todas as mães e filhos de Miracema. Uma homenagem mais do que justa e perfeita para um homem que vive para seu trabalho e para seus pacientes e, principalmente, para suas "crias" que não o esquecem jamais. Aqui mais uma reverência e esta muito especial e que é compartilhada por todos que lá estiveram ou estão nos lendo no momento. 

A Exposição foi revivida, pelo menos no sentido social, as barracas se superaram, principalmente a do Grupo Rancho da Confraria, um destaque para o chope e para as carnes e petiscos, foi realmente o point e aqui cabe mais uma reverência a estes rapazes dedicados e unidos pelo ideal de fazer Miracema mais feliz com suas festas e suas realizações, que sejam sempre assim porque o sucesso será garantido. 

Não vi a razão de ser da Exposição, o gado e a parte comercial e industrial, não é "minha praia" e nem mesmo nos tempos áureos deste festa, nos anos 70/80 eu conseguia tempo para passear pelas baias dos cavalos e dos bois expostos por ali, mas sou inteligente o suficiente para entender que os especialistas vibraram com o evento e que Miracema em breve estará novamente no top das exposições agropecuária. 

Fechando o papo falando sobre um momento ruim e que teve um desfecho bem legal graças ao bom senso de uma funcionária do grupo que organiza os shows da festa e daqui, sem saber seu nome, pequei por não pergunta-la, resolveu um problema que teria um desfecho ruim se não fosse sua intervenção precisa e inteligente.

Explico: No sábado, segundo dia da festa e primeiro pago, o público entendeu o recado da organização, os portões seriam fechados para entrada franca às dezoito horas, famoso seis da tarde, e quem chegou um pouco antes, como eu, por volta das cinco e vinte da tarde, teve o desprazer de ver os portões serem fechados por seguranças contratados. 

O caos parecia se instalar, muitos humildes miracemenses, sem condições de pagar os sessenta reais cobrados, chegaram cedo e foram surpreendidos pela decisão da empresa. Esta moça interveio e depois de quinze minutos de negociações e conversas, que pareciam não levar a lugar nenhum, ao ver que poderia provocar um grande tumulto já que por ali se reuniam quase cem pessoas a espera de uma decisão, consultou as base e os portões foram abertos e assim ficaram até a hora prevista, dezoito horas. Minha última reverência da coluna é para ela para o Juarez Nunes de Souza e a empresa. 

Palco e arquibancada

  Eduardo Afonso escreveu hoje, em sua coluna em O Globo, sobre um concerto precisando de conserto. E este colunista, que vos fala, acrescen...