Papo da noite - O susto com Arthur, o neto de Dona Bilu
Ontem, já no final da noite, por volta das 23 horas, o celular toca e o susto logo se aflora. Quem será? Número desconhecido. Atendo ou não? Desligo. Cinco minutos depois toca novamente e resolvo atender. Do outro lado uma voz alegre, jovial, mas que não conhecia, diz "tio, não te conheço, mas de tanto minha avó falar do senhor resolvi ligar". E o susto passou para preocupação. - Quem é você? Pergunto. Não tenho sobrinho no Rio. Claro que tem, afinal o senhor e minha Vó Bilu eram tão amigos, ao ponto de até eu o admirar, por ser torcedor do Flamengo, tenho que o chamar de "tio", como é a moda da minha geração. Posso? Então identifiquei. Arthur, o Neto, que eu tanto falei nas minhas crônicas, a velha senhorinha tijucana morria de ciúmes de mim, seu neto, este Arthur, se tornou um grande flamenguista e hoje, segundo ele, é mais fanático que o maior fanático. E o rapaz, que me faz lembrar o dono do primeiro bar que frequentei na Tijuca, seu Artur, sem H,...