Pular para o conteúdo principal

Turismo de Botequim - O que comer?

 

Já contei por aqui, mas o Fernandinho e o Lenílson querem saber: Comer o que na Europa? E,  já que você contou que não deu certo na primeira vez conte para nós.  Sim, é verdade. Na primeira viagem eu me esbaldei e comi abertamente uma deliciosa comida cabo-verdiana, que tem o estilo da nossa, ou seja, parecida com a feijoada, angu à baiana e aqueles petiscos que chamamos de fissuras de porco. Conhecem? 

Pois é... no dia seguinte, em viagem de Madrid até Toledo, cerca de uma hora de trem, visitei o "trono' de dez em dez minutos e o "ferromoço" até reservou um lugar especial para eu ficar mais próximo do tal 'baños", banheiro em espanhol. E aí... é aquele velho ditado: a primeira vez ninguém esquece. 

E não esqueci. Na segunda viagem, já escaldado, conversei bastante com o maitre

brasileiro, no primeiro restaurante que visitamos em Lisboa para o jantar de chegada naquele 11 de setembro de 2008. Nos  reunimos,  dois casais mineiros e nós, eu e Marina. E foi ali que aprendi o que vou contar por aqui nesta postagem. 

Os pratos, nos restaurantes que usamos, nunca de luxo e nem prato feito, são vários, em todos os lugares, que servem a la carte com três opções em cada uma das faixas, ou seja, três entradas, três pratos principais  e três sobremesas, escolha um e será muito bem servido e a qualidade sempre é excelente, tipo 1- Salada de legumes. 2- Massa ou uma carne com batata. 2- Doce de leite ou similar. Preço? O último que pagamos foi 9 Euros, ou seja, no câmbio de hoje cerca de 50 reais. 

E o que eu como? Sou adepto a boa escolha do que já me acostumei, massas ou bacalhau, não tem erro, em qualquer lugar da Europa a pedida é correta e sempre virá alguma surpresa, no bom sentido da palavra. Eu, por exemplo, depois de 2008 jamais errei em um pedido e gosto até de contar, mas isto é conversa de botequim e deixa para quando encontrarmos por aí.  Ah! Um detalhe, como o café da manhã de todos os hotéis são fartos e são sustentação, nós fazemos um bom lanche, por volta das duas da tarde, como um Burger King, o melhor fast food da Europa, e deixo a refeição maior para a noite, no hotel ou em um destes restaurantes citados no parágrafo anterior, é bem melhor e mais econônmico. 



Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Momentos inesquecíveis/Bola de Ouro

  Essa Bola de Ouro de 1987 não é apenas uma lembrança. É um pedaço da história do rádio esportivo brasileiro, e mru nome está lá, entre tantos gigantes da comunicação! Agora essa recordação ganhou a moldura que merece. E nosso baú de memórias continua crescendo. Ainda temos muita história para contar e muita emoção para reviver! ❤️🏆

O CENTRO HISTÓRICO DE MIRACEMA

O que é um centro histórico de uma cidade? É tudo aquilo que um dia foi história e, certamente, onde tudo começou. Correto. Então o centro histórico de Miracema seria na Praça Dona Ermelinda e seu entorno? Certo? Não. Pelo menos no ponto de vista de algumas pessoas da cidade o Centro Histórico é tão somente a Rua Direita, que anos atrás era o pulmão do município e hoje, infelizmente, o que resta são os poucos casarões que embelezam a atual Rua Marechal Floriano. Em coluna especial, no meio deste ano, sugeri que este nome, Marechal Floriano, fosse retirado e que a Rua Direita se dividisse em quatro partes, cada uma levando o nome de um dos heróis da emancipação, ou seja, “Os Quatro Diabos”. Uns gostaram e outros me criticaram, mas é apenas uma opinião de um miracemense ausente e você pode ter a sua que não contestarei em hipótese alguma. O centro histórico não tem mais os bazares, como a casa Cacheado, os armazéns, como o do Seu Pinheiro, as sorveteiras, como a do Abdo, os bares, como ...

A saideira que não aconteceu

  Hoje seria nossa despedida de Belém.  Seria. Fomos obrigados a abortar o passeio de dois dias à Ilha de Marajó, reflexo ainda da queda em que conheci, literalmente, o chão de Alter do Chão. Não me sinto seguro para me aventurar pelas águas amazônicas ou pelas terras de Marajó. Ficará para outra oportunidade. Mas Belém ainda tinha muito a nos mostrar. Hoje fomos ao Mercado Ver-o-Peso para saber o quanto pesaria, em nosso roteiro, aquele lugar tão famoso instalado às margens da Baía do Guajará. E minha impressão é de que realmente merece nota máxima, embora ainda precise de alguns retoques em seu ambiente. Foi uma manhã inteira girando por lá. Comprinhas de lembranças, observação de uma mistura interessante entre o antigo e o moderno, contato com o artesanato regional e, principalmente, a oportunidade de sentir de perto o calor humano do povo paraense. Eu e Marina vimos também a nossa primeira chuva da tarde em Belém. E foi de dentro de um táxi. Durante uns quinze minutos...