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E no Maracanã... não fala nada?

 

A caminhada matinal de hoje não existiu, tive problemas a resolver, pessoais e intransferíveis, e a fiz à tarde, bem no meio da tarde, por volta das 15 horas já que o sol estava sumido e o ventinho frio, bem gostoso, do jeito que gosto, soprava na planície goitacá, e então... la fui eu andar meus cinquenta minutos diários pelas ruas do meu bairro. 

Fui até o Camelõdromo para comprar um suporte para o celular, tipo tripé, para eu ver dois jogos simultâneos, um na telona e outro na telinha, e, para minha surpresa, o cara da barraca de "importados" me pergunta: - Você é o Adilson Dutra? E, ao receber a resposta positiva fez a segunda pergunta: - Porque você hoje só falou do Morumbi e de São Paulo e Flamengo? E do Maraca véio de guerra e do meu Fluzão, não vai nada?

Pois é... não tive sequer resposta para dar ao novo amigo, que por sinal sabe muito de futebol e até o convidei a escrever uma coluna de vez em quando, e o rapaz aceitou, em breve o teremos por aqui. Anote o nome: Flávio Rebelde. E então, caro Rebelde, resolvi aceitar sua reclamação e aqui vai alguma coisa, antes do jogo citado por você, que me parece ser o mais equilibrdo dos dois das semifinais da Copa do Brasil. 

Acontece que já comentei aqui sobre o Maracanã, de sua inauguração, de suas histórias e até mesmo sobre o primeiro gol, marcado por Didi, nosso conterrâeneo campista, e até mesmo sobre os grandes talentos que pisaram no tapete verde do antigo "maior do mundo". 

E sobre Fluminense x Corinthians pouco a comentar, apenas dizer que é mais um dos jogos sem favorito e com jeito de empate ou vitória apertada para deixar a decisão, na próxima quarta-feira, ainda muito mais importante. Eu disse, hoje cedo, via Zapp, para meu amigo tricolor, o médico ortopedista Augusto Cardoso, que o seu Fluminense, meu caro Rebelde, venceria hoje e o jogo da próxima semana seria decidido de acordo com o placar deste jogo no Maraca véio de guerra. 

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