Quero o gol cinco mil

Esta semana, assistindo a uma matéria antiga em destes canais esportivos, por assinatura, revi as festas do Gol Mil de Pelé, em novembro de 1969, por sinal eu estava nas arquibancadas do Maracanã, a de Romário, que ainda não achou a lista completa dos seus mil gols, e da tentativa frustrada de Túlio em completar a sua agenda para o seu provável milésimo gol, me senti no direito de reivindicar aos amigos e autoridades da terrinha uma festa para comemorar o meu gol número cinco mil. Isto mesmo, se Romário e Túlio contaram gols de peladas, joguinhos caça-níqueis, amistosos de final de ano, casados x solteiros, eu também vou comemorar mil, dois mil, três mil ou até cinco mil gols assinalados em minha carreira de atacante goleador. Vou registrar os gols no gramado da Prefeitura, quando seu Anézio deixava, na Pracinha das Mães, até Cabo Atleta impedir nossa pelada, no salão do Jardim de Infância, enquanto o detetive Tinoco não chegava para acabar a pelada, na Rua José da Silva Basto...